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 Quinta-feira, 29 de abril de 2010
Folha de Pernambuco/Política
BEATRIZ GÁLVEZ

DEPUTADO acha que Jarbas pode reverter os apoios


Foto Arthur Mota/Folha PE

O deputado federal André de Paula (DEM) afirmou que o grande número de prefeitos que eram da oposição e aderiram ao Governo Eduardo Campos (PSB) só o fizeram por conta da “coação” que o socialista impõe aos gestores municipais. “Há um pragmatismo e também uma debilidade econômica dos municípios, que facilita a voracidade de um governador, mesmo quando ele não tem essa intenção, como era o caso de (o hoje senador) Jarbas Vasconcelos (PMDB). Mas não é o de Eduardo agora. Eduardo gera constrangimento, cerca o prefeito, constrange os adversários e obriga-os a serem aliados. Ele faz o discurso do bom moço, daquele que governa para todos, mas na prática não é verdade”, afirmou o democrata, em entrevista à Rádio Folha FM 96,7.

O parlamentar garante que, ao contrário das bases de apoio que Jarbas ganhou quando era governador, de forma natural, Campos aplicaria até mesmo penalidades aos que não fossem para o seu lado. “Não pense que esses prefeitos se aliam ao governador porque ele tem olhos azuis. É porque ele dispõe de instrumentos e sanções que podem penalizar os municípios, que muitas vezes os prefeitos não estão dispostos a enfrentar. Por isso, que uma candidatura como a de Jarbas minimiza. Um candidato que não seja Jarbas tem mais dificuldade de reverter esse processo corrosivo que Eduardo faz na oposição. Se Jarbas é candidato, e é o que ocorrerá, teremos muito mais facilidade de reverter esses apoios”, garantiu. 

Jarbas adia decisão e sinaliza ser candidato
Prorrogação foi anunciada após conversa com Sérgio Guerra

Quinta-feira, 29 de abril de 2010
Folha de Pernambuco/ Política
RENATA BEZERRA DE MELO   

 

 

Era final da tarde de ontem, quando o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PSDB), deixou o gabinete do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), após breve reunião. Pouco tempo depois, o peemedebista soltou comunicado pedindo tempo – mais uma semana. No lugar de anunciar se será ou não candidato ao Governo do Estado amanhã, como estava previsto, avisou que só o fará na próxima sexta-feira (7 de maio). Diante da mudança, jarbistas veem sinais claros de um “sim” à vista. “Porque ninguém adia uma resposta para dizer que não é”, foi dito no bastidor.

Por tabela, cogitou-se que o adiamento poderia vir a calhar com uma visita, a Pernambuco, do presidenciável José Serra (PSDB) – razão maior de Jarbas entrar na disputa. Coordenador geral da campanha presidencial, Sérgio Guerra informou que o ex-governador de São Paulo tem sim agenda pelo Nordeste, “mas só dentro de 15 dias”. “Vamos ter uma programação pelo Nordeste daqui a duas semanas. Será uma visita pelo Interior e pelas capitais. Faremos Ceará, Piauí, Paraíba e Pernambuco”, adiantou

Ciente de que a Câmara Municipal do Recife aprovou Título de Cidadão para José Serra, o senador tucano revelou que ainda não falou com a autora do requerimento, vereadora Vera Lopes (PPS), para combinar uma data. O dirigente também deixou claro que a alteração no dia da decisão de Jarbas em nada teve a ver com a sua conversa de ontem com o peemedebista. “Já vínhamos falando sobre isso. Eu, Mendonça Filho, Raul Henry…”, resumiu.

A intenção prévia de jogar mais para frente o “anúncio” foi reforçada pela deputada estadual Terezinha Nunes (PSDB). “Recebi com tranquilidade, porque já sabia que podia adiar. Se as negociações não estavam concluídas, melhor adiar”, ponderou.

O deputado federal Raul Henry (PMDB) tachou a conversa entre Jarbas e Guerra de “inconclusiva”. “Trocamos alguns telefonemas hoje (ontem). Eu, Raul Jungmann, Mendoncinha, Dorany…O processo não foi concluído, é preciso maturação”, avaliou. E garantiu que o ajuste no prazo “não é para inglês ver”, mas reflexo da indefinição.

Em nota oficial, o próprio Jarbas Vasconcelos fez questão de informar que a prorrogação foi em resposta à solicitação dos partidos aliancistas – PSDB, DEM, PPS, PMN e PMDB. Dito isto, complementou: “Nos últimos dias, conversei com os representantes dos partidos de oposição sobre as eleições deste ano. Essas mesmas lideranças apontaram a necessidade de que essas reuniões se estendessem além desta sexta-feira”.

MACIEL

O próximo passo deste enredo seria uma conversa com o senador Marco Maciel (DEM). O deputado federal André de Paula (DEM) disse que até hoje esse diálogo havia de ocorrer. “O senador Marco Maciel é o único que desde o início colocou com nitidez que é candidato. Precisa que haja disposição formal de Jarbas e Sérgio Guerra de formarem a chapa. Tida essa conversa (entre Guerra e Jarbas), eles agora devem chegar para Marco Maciel para que juntos os três, candidatos ou não, adotem algumas medidas”, explicou André.

BLOG DO MAGNO
Quina-feira, 29 de abril de 2010
No túnel do tempo
Em maio de 1993, o então deputado estadual Eduardo Campos(PSB) detalha para colegas e representantes do Governo do Estado como a Polícia reprimiu com violência uma visita de uma comissão parlamentar a uma área de invasão em Sítio Grande, no Recife. A colaboração é do acervo do jornalista Marcos Cirano. Se você tem uma foto histórica nos mande pelo email magnomartinsf@gmail.com
FOTO DE ANDRÉ AO LADO DIREITO

Só 13% dos deputados são a favor
Folha Digital
13 de abril de 2010

Da bancada federal pernambucana, composta por 25 deputados, apenas dois se deram ao trabalho de responder à pesquisa sobre o projeto Ficha-Limpa e se declararam favorável ao mesmo: André de Paula e Roberto Magalhães, ambos do DEM. Dos 513 parlamentares do país, apenas 13% declararam apoio. A estatística foi divulgada, ontem, pela Procuradoria Regional da República da 5ª Região. O Projeto Ficha Limpa tem o objetivo de barrar a candidatura de políticos condenados por crimes graves. Para ser aprovado no Congresso Nacional, precisa do voto de 257 deputados e 41 senadores (maioria absoluta). A votação, na Câmara dos Deputados deve ocorrer no início de maio.

A consulta foi realizada pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE). O material foi encaminhado aos 513 deputados federais no dia 19 de março e reenviada nos dias 22 e 29 do mesmo mês. Uma equipe do MCCE chegou a telefonar para todos os gabinetes a fim de torná-los cientes. Mesmo assim, apenas 77 deputados se pronunciaram. Desses, 73 declararam apoio e quatro afirmaram não ter posição definida.

Há esperança, segundo o MCCE, de que o número de favoráveis ao projeto cresça para 84. O acréscimo viria de 11 deputados que não participaram da pesquisa, mas subescreveram o projeto. Nesse rol, encontram-se dois pernambucanos: Paulo Rubem Santiago (PDT) e Fernando Ferro (PT). O resultado completo está disponível na página do MCCE (www.mcce.org. br). A busca de apoio ao projeto está sob responsabilidade do Fórum Permanente de Combate à Corrupção em Pernambuco (FOCCO-PE).

Defesa da Chesf une adversários políticos

Terça, 06 de abril de 2010
Valor Econômico
Por: Murillo Camarotto

A sede da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) foi abraçada ontem, no Recife, por centenas de pessoas em um ato organizado por funcionários da empresa, mas protagonizado por políticos de vários partidos. De mãos dadas, representantes do PT, PSDB, DEM, PV e PMDB protestaram contra o plano do governo federal de reestruturar a Eletrobras (controladora da Chesf) e transformá-la na “Petrobras do setor elétrico”.

Os manifestantes reclamam que a transformação da Eletrobras em um grande conglomerado empresarial, como quer o governo, resultará na centralização das decisões de todas as subsidiárias do grupo (Chesf, Eletronorte, Eletronuclear, Eletrosul, Furnas e CGTEE). Com essa centralização, sustentam, a Chesf, que é uma das maiores empresas do Nordeste, perderia autonomia e acabaria esvaziada, assim como ocorreu com a Superintendência para o Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

Os protestos contra a reestruturação ganharam espaço na imprensa pernambucana, quando o nome da estatal foi alterado, passando a Eletrobras-Chesf. Com as críticas se avolumando e as eleições se aproximando, o simbólico abraço na estatal ganhou notoriedade e levou adversários políticos históricos a dividirem o palanque “em nome da Chesf e do Nordeste”.

No PT, o líder do partido na Câmara, Fernando Ferro, afirmou que o atual processo de reestruturação da Eletrobras esconde muitos “interesses de controle gerencial e político da empresa”. Ele aproveitou o palanque para alfinetar integrantes do PSDB e do DEM presentes, dizendo “que muitos ali defenderam, no passado, a privatização da Eletrobras”.

Apesar da provocação, representantes de PSDB e DEM fizeram discursos acalorados em favor do fortalecimento da estatal. O deputado federal e vice-presidente do DEM, André de Paula, afirmou que a reestruturação da Eletrobras é um “golpe mortal” contra a Chesf. Ele argumentou que a centralização das decisões no Rio de Janeiro, onde fica a sede da Eletrobras, irá tirar o foco da empresa sobre as necessidades do Nordeste.

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), não compareceu ao evento. Ainda sem uma posição definida sobre a questão, ele pretende organizar, na próxima semana, uma reunião com o recém-empossado ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmerman, para tratar do assunto Chesf. “A ideia é que outros governadores do Nordeste também participem”, informou o líder do governo na Assembleia Legislativa de Pernambuco, Isaltino Nascimento (PT).

A falta de informações da qual sofre Campos é comum a boa parte dos políticos que abraçaram ontem a sede da Chesf. Apesar da disposição e o espírito regionalista demonstrados ao microfone, poucos souberam explicar com alguma segurança os principais pontos da reestruturação da Eletrobras, bem como os reais riscos que correm tanto a Chesf quanto a economia do Nordeste. A principal justificativa utilizada para a desinformação foi a “falta de transparência” da estatal.

De acordo com o superintendente de coordenação-geral da presidência da Eletrobras, Luiz Augusto Figueira, as críticas sobre o esvaziamento da Chesf não se sustentam. Ele explicou que a empresa continuará a operar normalmente, com todos os funcionários e corpo diretivo, porém passará a ser administrada dentro de “uma nova diretriz de gestão”.

Entre as principais mudanças está a que proíbe as subsidiárias de participarem das chamadas Sociedades de Propósito Específico (SPEs), que são consórcios formados com empresas privadas para a disputa de licitações. Quando houver a necessidade de formação de consórcio, somente a holding (Eletrobras) é que poderá participar. Essa era uma das principais queixas dos parlamentares pernambucanos, que apontavam a exclusividade da Eletrobras nas SPEs como uma forma de tirar autonomia da Chesf. “Isso não faz sentido, pois a Eletrobras só irá participar dos leilões. Ganhando, repassará a execução das obras para as subsidiárias”, explicou Figueira.

A mudança no nome da Chesf também deu margem a queixas. Segundo o superintendente, trata-se apenas de um reposicionamento visando a internacionalização da Eletrobras. A mesma justificativa foi dada para a retirada do acento agudo no nome da estatal elétrica, assim como ocorreu com a Petrobras há alguns anos.

Protesto pela Chesf une base governista e oposição

Jornal do Commercio
Terça-feira, 06 de abril de 2010

Lideranças políticas de Pernambuco se mobilizam e começam a agir para evitar o desmonte da maior empresa do Nordeste

Políticos dos mais diversos partidos participaram de um protesto contra o esvaziamento da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), ontem pela manhã em frente à sede da empresa, no Bongi. Tocado pelo governo federal através da Eletrobras, o processo de perda de autonomia da estatal foi considerado “inaceitável” por parlamentares do PMDB, DEM, PV e até pelos governistas do PT. A mudança na empresa consiste em transferir para o conselho de administração da Eletrobras, no Rio de Janeiro, todas as decisões que antes eram tomadas pela Chesf, no Recife.

“Aqui, tem deputados de todos os partidos e considero que esse é o primeiro passo. No próximo, o PT, além de usar a tribuna, deve apresentar uma estratégia de mobilização para que essa luta tenha resultado”, disse o deputado federal Roberto Magalhães (DEM), após discursar no protesto. Durante o governo FHC, Magalhães foi uma das principais vozes contra a privatização da empresa.

“É um absurdo o esvaziamento da estatal. É inaceitável que o governo tenha vendido energia da Chesf mais barata a sete grandes empresas. Não estamos fazendo uma defesa num ano eleitoral, mas queremos que a companhia continue contribuindo para o desenvolvimento de Pernambuco e do Nordeste”, discursou o ex-governador Mendonça Filho (DEM). Mendonça referia-se à decisão tomada pela Eletrobras que, ao obrigar a Chesf a renovar automaticamente (até 2015) contratos de fornecimento de energia com grandes empresas, provocou uma perda de R$ 350 milhões aos cofres da estatal nordestina. Saíram beneficiadas a Vale, Braskem, Dow Química, Gerdau, Caraíba Metais, Novellis e Ferbasa.

A manifestação foi calma, contou com a presença de cerca de 200 funcionários e um pequeno palco no qual os políticos discursaram. A empresa tem cerca de 5,7 mil funcionários, dos quais 1,6 mil são lotados na sede da estatal. Os representantes da oposição espalharam várias faixas, incluindo uma que chamava a candidata a presidente da República do PT, Dilma Rousseff, de madrasta do esvaziamento da Chesf. O atual processo de reestruturação do setor elétrico foi elaborado por Dilma, quando era ministra de Minas e Energia. Mas quem coordenou politicamente o processo de esvaziamento da Chesf foi José Antônio Muniz, presidente da Eletrobras e membro do grupo político de José Sarney e Edison Lobão, ambos do PMDB.

Ainda no evento, o líder do PT na Câmara Federal, Fernando Ferro, chegou a criticar alguns políticos de oposição de estarem “tirando onda” e usando a situação da estatal para fazer palanque. “Nada do que foi feito com a Chesf passou pelo Congresso. Propomos que essas resoluções, que são decisões políticas, sejam revistas”, disse Ferro. O líder do PT conclamou os funcionários da empresa a se mobilizarem e entrarem em greve, caso seja preciso para preservar a Chesf. “O nordestino que tem vergonha na cara não pode deixar que continue esse processo de esvaziamento”, afirmou, acrescentando que recebeu uma carta de José Antonio Muniz dizendo que o líder do PT não deveria reagir a uma decisão do governo federal. Ele pretende aprovar, amanhã uma audiência pública, na Câmara dos Deputados, para convocar o atual ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann (que substituiu Lobão), ou o próprio presidente da Eletrobras.

O protesto também contou com a presença de sindicalistas, diretores de ONGs, dos deputados federais Bruno Rodrigues (PSDB), Raul Henry (PMDB), André de Paula (DEM), além de vários parlamentares da bancada estadual, como Terezinha Nunes (PSDB), Miriam Lacerda (DEM) e Augusto Coutinho, líder da oposição na Assembleia. “A Chesf é uma empresa estratégica para o Nordeste. Esperamos que ela não se transforme no mesmo cadáver insepulto que se transformou a Sudene”, comentou Raul Henry

Câmara homenageia em março o abolicionista Joaquim Nabuco

Jornal da Câmara, 22 de fevereiro de 2010
Por: Bruno Angrisano

A Câmara dos Deputados e a Academia Brasileira de Letras vão prestar em 2010 uma série de homenagens por ocasião do centenário da morte do jornalista, escritor, deputado, diplomata e abolicionista Joaquim Nabuco (1849-1910). A primeira homenagem vai ser o lançamento, em 1º de março, de um portal dedicado ao parlamentar.

Em seguida, serão realizadas exposições sobre o trabalho de Nabuco, palestras sobre os textos e estudos constitucionais deixados por ele, e uma aula a distância ministrada pelo deputado Chico Alencar (Psol-RJ).

O deputado André de Paula (DEM-PE) afirma que Nabuco foi uma figura central na história do Brasil do século 19. “Joaquim foi um homem plural, um homem que teve uma atuação muito destacada como abolicionista, acadêmico, diplomata, parlamentar. Era, portanto, um homem que se destacava em vários campos.”

Campos de atuação – Segundo André de Paula, as homenagens na Câmara procuram integrar três campos de atuação de Nabuco: “a vertente parlamentar, com o trabalho que ele

desempenhou na Câmara dos Deputados; a vertente do diplomata, que representou o Brasil no exterior; e a vertente do acadêmico, que inclusive foi um dos que inauguraram a Academia Brasileira de Letras, tendo sido seu primeiro secretário-geral.”

Como parte das comemorações, também será editado um livro contendo os discursos parlamentares de Joaquim Nabuco, que revelam, a partir de 1878, dez anos de seu trabalho como abolicionista, pelo fim da escravidão no Brasil. “Ele acreditava que a abolição no Brasil não deveria ser um movimento revolucionário, e sim o resultado da conscientização da sociedade”, diz André de Paula.

O site em homenagem ao abolicionista será hospedado no Portal da Câmara (www.camara.gov.br) e vai apresentar a agenda dos eventos dedicados a Joaquim Nabuco, que nasceu em Recife, em 19 de agosto de 1849, e morreu em Washington, capital dos Estados Unidos, em janeiro de 1910.

A homenagem a Joaquim Nabuco também foi destaque, por André de Paula, na Voz do Brasil da última sexta (19/02):

Para André de Paula, Dilma “é uma artista”

Folha de Pernambuco, 20 de fevereiro de 2010
Por: BEATRIZ GÁLVEZ

O deputado federal André de Paula (DEM) respondeu, irritado, às declarações da ministra da Casa Civil Dilma Rousseff (PT), que anteontem lembrou as críticas da oposição ao Bolsa Família. “Toda vez que ela faz discurso traz isso de volta. Essa moça, nas vésperas da convenção do seu partido, vem falar de Bolsa Família. É uma artista. Essas preocupações ela não tinha há dois, ou anos atrás”, rebateu o democrata, ontem, em entrevista à Rádio Folha FM 96,7.

O parlamentar criticou também a exposição da ministra pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, creditando a isso o crescimento da petista nas pesquisas de intenção de votos e culpando-o pela diminuição da diferença para o governador de São Paulo, José Serra (PSDB). “Ele não caiu, a não ser na última e mesmo assim dentro da margem de erro. Ela é um presidente em exercício e isso vai se encerrar no momento da descompatibilização. Os candidatos têm que ter as mesmas condições”, afirmou.

Quanto à demora do tucano para oficializar seu nome na disputa à Presidência, o democrata afirmou que a condição é inerente à qualidade do candidato. “Nem na vida pessoal nem na pública existe o bônus sem o ônus. Optamos pelo candidato mais competitivo, com mais envergadura, e aí temos que respeitar o seu calendário. O cara que tem a responsabilidade de ser governador de São Paulo precisa de cautela, de liturgia”, minimizou.

André arriscou ainda que, com outro cenário, seriam ainda menores as possibilidades de o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) aceitar se colocar para disputa ao governo de Pernambuco. “Tenho dúvidas, se (o governador de Minas Gerais) Aécio Neves (PSDB) fosse o candidato, se Jarbas seria. Não tenho dúvida nenhuma que o principal motivo que levará Jarbas a se candidatar ao Governo será seu compromisso com o projeto para o Brasil, onde há grande sinergia com Serra”, opinou.

André de Paula: dez mil novos artistas serão reconhecidos

Sexta, 29 de janeiro de 2010
Jornal da Câmara/Entrevista
Por: Luiz Paulo Pieri

Autor da Lei 12.198 que regulamenta a profissão de repentista, o deputado André de Paula (DEM-PE) avalia nesta entrevista que, graças à nova norma, cerca de dez mil novos artistas serão reconhecidos no Brasil. A lei, que entrou em vigor no dia 14 último, lista quatro tipos de profissionais que passam a ser considerados repentistas: os cantadores e violeiros de improviso; os emboladores e cantadores de coco; os poetas repentistas e os contadores e declamadores de causos da cultura popular; os escritores da literatura de cordel. A proposta atualizou a lei que trata da regulamentação das profissões de artista e de técnico em espetáculos de diversões (6.533/78), que não incluía a atividade de repentista.

Como surgiu a ideia de incluir os repentistas na lei que regulamenta a profissão de artista?

Foi uma demanda que chegou quando estávamos preparando a realização de um encontro de cantadores em Pernambuco. Na ocasião, fui abordado por vários artistas populares que lembraram que a matéria já havia sido apresentada pelo ex-governador da Paraíba e deputado Wilson Braga e fora arquivada ao final da legislatura. Quando cheguei à Câmara, busquei reapresentá-la em face da justiça que se poderia fazer aos repentistas e cantadores populares. Vi no projeto a oportunidade de atender à reivindicação e dar assistência a milhares de profisionais que dedicam a vida à preservação de nossa identidade cultural.

O que representa a sanção desta lei para o povo brasileiro?

Esta é uma vitória que fortalece as raízes culturais brasileiras, uma vez que o repente já está presente em todo o Brasil. Ele saiu do interior do Nordeste e veio também para os grandes centros urbanos. Essa manifestação cultural hoje ultrapassa as referências culturais populares nordestinas e é exemplo de uma arte popular e um fenômeno cultural que ultrapassou fronteiras.

O que a lei determina?

A lei regulamenta a profissão de repentista. Pelo projeto, repentista é quem usa o improviso rimado como meio de expressão artística cantada, falada ou escrita, com composição feita de imediato ou pelo recolhimento de composições de origem anônima ou da tradição popular. Assim, são considerados repentistas os cantadores e violeiros improvisados, os emboladores e cantadores de coco, os poetas repentistas e os cantadores declamadores de causos da cultura popular, bem como os escritores da literatura de cordel.

Quantos artistas deverão ser beneficiados com a nova lei?

As associações estimam que cerca de dez mil artistas serão beneficiados pela nova lei. Só no meu estado, Pernambuco, poderão ser beneficiados cerca de três mil artistas.

Sancionada lei que reconhece profissão de repentista

Agência Estado
Sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou lei aprovada pelo Congresso que reconhece a atividade de repentista como profissão artística. Publicada hoje no Diário Oficial da União, a lei define repentista como “o profissional que utiliza o improviso rimado como meio de expressão artística cantada, falada ou escrita, compondo de imediato ou recolhendo composições de origem anônima ou da tradição popular.

A lei, de número 12.198, lista quatro tipos de profissionais que passam a ser considerados repentistas: os cantadores e violeiros improvisadores; os emboladores e cantadores de Coco; os poetas repentistas e os contadores e declamadores de causos da cultura popular; os escritores da literatura de cordel.

Para membros do DEM no Estado, crise fica só no DF

Jornal do Commercio/ Política
Quarta, 09 de dezembro de 2009

Integrantes do DEM pernambucano avaliaram ontem que as consequências do escândalo envolvendo o governo de José Roberto Arruda deve ficar restrito às fronteiras do Distrito Federal. É uma coisa localizada. Não tem como se expandir a outros cantos do País , afirmou o deputado federal André de Paula (DEM). Está localizada ao DF, isso é indiscutível , ressaltou o ex-governador e presidente estadual do partido, Mendonça Filho. Segundo André, a cúpula do partido vai realizar um julgamento político de Arruda, o que, de acordo com ele, não deixa brecha a outro caminho que não seja a expulsão do governador.

Tanto André quanto Mendonça rechaçaram a tese de que Arruda estaria chantageando a cúpula do partido, parlamentares e dirigentes de diretórios estaduais ao ameaçar radicalizar caso o DEM não o apoie. A ameaça surgiu porque Arruda teria ajudado financeiramente a campanha de parlamentares do partido que estavam disputando as eleições em 2008. Isso não tem sentido porque não tem nada de errado para ele chantagear , disse André. O partido não tem qualquer comprometimento , afiançou Mendonça.

Mendonça fez questão de ressaltar que o partido vai ter uma posição exemplar ao tratar o caso. E aproveitou, neste particular, para bater no PT. Abrimos prazo de defesa porque é um direito legítimo de qualquer acusado. Mas não vamos fazer o que fazem por aí: costumam punir uma pessoa pouco representativa para dizer que agiram. Foi assim que fez o PT (no caso do escândalo do mensalão petista). Não vamos jogar para debaixo do tapete. O partido age na essência e com seriedade , comentou.

Tanto Mendonça quanto André avaliaram como crítica a denúncia do mensalão do DEM. E reconheceram que a cúpula do partido deve tomar uma decisão rápida. É hora de falar pouco e agir mais , disse André de Paula. Os integrantes do DEM também foram ao Morro da Conceição, ontem. Mas divididos. Mendonça Filho subiu acompanhado apenas por assessores. André de Paula e o deputado estadual Augusto Coutinho (DEM), acompanharam o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB).

Democratas admitem “encruzilhada”

Folha de Pernambuco/Política
Quarta, 09 de dezembro de 2009

O ex-governador e presidente estadual do DEM, Mendonça Filho, e o deputado federal e vice-presidente nacional da sigla, André de Paula, não esconderam, ontem, a decepção ao comentar o episódio do suposto mensalão do Democratas, que pode resultar no impeachment do único governador do partido: José Roberto Arruda (DF). Apesar de não confirmarem abertamente, os dois políticos deixaram claro que são favoráveis à expulsão de Arruda. “Essa questão abalou todo mundo. É ruim para a política, não só para nós do DEM. As imagens (do governador recebendo dinheiro do suposto esquema) são muitos fortes. Estamos em uma encruzilhada: é Arruda ou o partido. Tenho muito apreço por ‘A’, ‘B’ ou ‘C’, mas sei qual é a melhor decisão para o partido”, destacou André de Paula.

Mesmo ressaltando que o ser humano é passível de erro, Mendonça Filho admitiu que sua legenda “passa por um desgaste”. Segundo o ex-governador, “nem o DEM nem a população” vão tolerar tal irregularidade. Tanto Mendonça quanto André de Paula, que ontem participaram da festa do Morro da Conceição, argumentaram que o partido deve utilizar o episódio para acabar com qualquer foco de corrupção que o comprometa. “O DEM sinaliza com clareza para a opinião pública quer não vai mais aceitar esse tipo de prática”, assinalou André.

Diretório – Mendonça Filho e André de Paula – que antecedeu o ex-governador na presidência estadual do DEM – garantem que o diretório estadual democrata não recebeu dinheiro para caixa dois do mensalão atribuído ao partido. Isolado dentro da legenda, José Roberto Arruda ameaçou “dedurar” irregularidades nesse sentido em outros diretórios estaduais. “Não houve. Acho que isso não tem consistência”, garantiu André de Paula.

GESTAÇÃO

Jornal do Commercio PE
Quinta-feira, 03 de dezembro de 2009

O Senado aprovou esta semana Projeto de Lei 5522/05, do deputado André de Paula (DEM-PE), que obriga hospitais a fazerem a prevenção do vírus da aids na gestação. As unidades têm que oferecer diagnóstico e tratamento para as grávidas. A proposta vai para a Câmara.

DEM pernambucano quer saída de Arruda

Jornal do Commercio/Política
Terça, 01 de dezembro de 2009

Por: Cecília Ramos

Preocupados com a imagem do partido, integrantes estaduais do DEM defendem a saída imediata do governador José Roberto Arruda da legenda. A preocupação é não deixar os culpados impunes

Se depender do DEM em Pernambuco, o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, protagonista do esquema que originou o “mensalão do DEM”, já teria deixado o partido. As principais lideranças da legenda no Estado ouvidas, ontem, pelo JC, atestaram o que o senso comum recomenda: contra fatos não há argumento. A preocupação é uma só, a de não ficar com a pecha de mais um partido que abafa o caso e deixa os culpados impunes.

“As imagens exibidas não deixam espaço à dúvida. Arruda constrangeu o partido e o Democratas não vai fazer como o PT, que passa a mão na cabeça de quem comete atos de corrupção”, disse o deputado federal André de Paula, um dos oito vice-presidentes nacional do DEM e membro da executiva nacional. André disse estar “em depressão” com o escândalo, pela relação pessoal que tem com Arruda, “político que admirava e estava no melhor momento político, com reeleição garantida”. Para o deputado, a postura do colega de negar o óbvio e permanecer no cargo constrange ainda mais o partido. Ele afirmou que o direito de defesa do governador dentro da legenda deve ser “abreviado” caso a executiva nacional, que se reúne hoje, em Brasília, decida pedir a expulsão.

O destino dos outros dois democratas, o vice-governador do DF, Paulo Octávio, e o presidente da Câmara Legislativa, Leonardo Prudente (o que aparece no vídeo escondendo dinheiro na meia), também seria a porta da rua, para a maior parte do colegiado.

Presidente do DEM em Pernambuco, Mendonça Filho afirmou que o episódio é uma “situação vexatória” para o partido. “A contundência das gravações e seu conteúdo não deixam chances (de defesa). Tinha um bandido (Durval Barbosa, ex-secretário do governo Arruda) trabalhando com ele (o governador) e ele acoitou”, avaliou Mendonça. “Não vamos fazer como outros partidos que varrem a sujeira para debaixo do tapete.”

O deputado Roberto Magalhães disse que a notícia foi “um golpe muito grande”. “Nós tínhamos Arruda em alta conta. Era nosso único governador”, disse, já falando no passado. Ele acredita que pela “tradição rígida do partido em matéria de ética não vamos passar a mão na cabeça de ninguém”.

O deputado estadual Augusto Coutinho, que está no exterior, informou, por meio de sua assessoria, ser a favor da expulsão de Arruda. “O partido não pode conviver com esse tipo de ação como o PT faz.” À noite, escreveu no microblog Twitter que seu partido deve expulsar Arruda. “Fico envergonhado em ter ele como meu correligionário. Eu o admirava.” O deputado Maviael Cavalcanti foi à tribuna da Assembleia Legislativa, ontem, criticar o avanço da corrupção no Brasil. “O que mais me chocou é que isso aconteceu com um membro do meu partido. Temos obrigação de gritar, seja em relação a alguém do meu partido ou não.”

Considerado um dos “gurus” do DEM, o senador Marco Maciel preferiu não opinar. Por meio de sua assessoria, informou que “ainda não há consenso sobre o que fazer com Arruda”. “Só temos definição amanhã (hoje).” Maciel, que tem cadeira cativa na cúpula do DEM, passou o dia de ontem em reunião com outros cardeais. Pela manhã, esteve com o ex-presidente nacional do DEM Jorge Bornhausen, em São Paulo. À noite, em Brasília, encontrou-se com as principais lideranças da sigla. O deputado federal José Mendonça não quis tocar no assunto. “Prefiro não me pronunciar. Estou fora de Brasília e só fiquei sabendo disso pela imprensa. Ainda vou me inteirar”.

REPENTISTA AGORA É PROFISSÃO

Jornal do Commercio/Repórter JC
Sexta, 27 de novembro de 2009

Repentista é, agora, profissão artística. A proposta, aprovada no Senado, foi do deputado pernambucano André de Paula e diz que repentista é quem improvisa como expressão cantada.

Atividade de repentista é reconhecida como profissão

Jornal do Senado
Quinta, 26 de novembro de 2009

Com a presença de mais de 30 repentistas nordestinos, a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou ontem projeto do deputado André de Paula (DEM-PE) que reconhece a atividade de repentista como profissão artística. A proposta foi aprovada em decisão terminativa.

De acordo como o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), relator da proposta (PLC 174/09), a medida atualiza a Lei 6.533/78, que trata da regulamentação das profissões de artistas e de técnico em espetáculos de diversões, que não incluía a atividade de repentista entre os artistas.

Repentista, pelo projeto, é quem usa o improviso rimado como meio de expressão artística cantada, falada ou escrita, com composição feita de imediato ou pelo recolhimento de composições de origem anônima ou da tradição popular. Assim, ressalta Crivella, são considerados repentistas os cantadores e violeiros improvisadores, os emboladores e cantadores de coco, os poetas repentistas e os cantadores declamadores de causos da cultura popular, bem como os escritores da literatura de cordel.

– O repente nordestino é um dos melhores exemplos de uma arte popular complexa e dinâmica – observou Crivella. 91693

O caos nas estradasJornal do Commercio/Artigos
Quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Por: André de Paula

Na campanha eleitoral de 2006, o presidente Lula propiciou ao País um espetáculo midiático quando apareceu em estradas brasileiras para anunciar “a maior operação tapa buracos da história”.

O presidente apareceu na TV com capacete de operário fiscalizando a colocação de asfalto nos buracos das rodovias federais. Dinheiro jogado fora para compor o filme dos marqueteiros de plantão. Um absurdo e um desrespeito a engenharia rodoviária, disseram velhos especialistas.

Nos sete anos do governo do PT, as estradas brasileiras foram abandonadas. O transporte de cargas e pessoas ficou mais caro em decorrência do custo elevado de manutenção dos veículos, do tempo de viagem e da insegurança. Os acidentes aumentaram, as mortes são crescentes. Este é um quadro dramático do único sistema de transporte disponível em escala nacional.

Em recente pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Transporte (CNT), ficou demonstrado o caos que se instalou em quase 90 mil km de rodovias. Foram constatados que mais de 60 mil km de estradas federais e estaduais encontram-se em estado ruim e péssimo. Leia o artigo na íntegra!

Oposição aproveita e vai ao ataque

Jornal do Commercio/Política
Sábado, 21 de novembro de 2009
Repórter: Paulo Augusto

A exposição em praça pública da crise no palanque governista pegou muita gente de surpresa, inclusive a oposição no Estado – que, no entanto, aproveitou a deixa para criticar o ex-prefeito João Paulo (PT), pivô da celeuma, bem como o governador Eduardo Campos (PSB). Embora reticentes no que diz respeito aos ganhos eleitorais para o próximo ano, oposicionistas acreditam que está clara a “desorganização” existente no bloco do Palácio.

“Essa confusão mostra que a briga entre eles é grande. O governador precisa tomar as rédeas, pois se esses problemas estão sendo expostos assim, imaginem o que vem acontecendo internamente”, disse o líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa, Augusto Coutinho (DEM). Segundo o parlamentar, “o que preocupa mais é que a briga deixa sinais de que pode estar acontecendo uso da máquina pública. Com o secretário Fernando Bezerra Coelho querendo ser senador, não sabemos o que está acontecendo”.

O deputado federal André de Paula (DEM) se mostrou surpreso e criticou o fato de que “a briga dentro do governo, nos partidos, esteja acima do interesse dos pernambucanos”. “Eu não sabia que havia esse problema. O que parecia é que existia uma harmonia grande entre o governador e o ex-prefeito e não que, nos bastidores, ocorresse essa briga pequena, quase fratricida”, afirmou.

Para o democrata, as desavenças entre os aliados do governo chegaram mais cedo do que se esperava. E que é possível que a oposição colha dividendos da situação. “Acho que toda falta de harmonia num palanque é sempre favorável para quem se opõe. Mas isso é só o início do processo de desgaste, que vai ser ampliado à medida que se aproxima o período das convenções. Esse é o retrato de um governo que é aparelhado, que tem donos”, alfinetou. Presidente nacional do PSDB, o senador Sérgio Guerra preferiu não comentar a situação.

A crise na base governista acontece um mês após ter vindo a público uma turbulência também dentro da oposição. Na ocasião, o deputado federal José Mendonça (DEM), em entrevista à colunista do JC Ana Lúcia Andrade, acusou Sérgio Guerra de ser um “desagregador contumaz” e provocou uma celeuma envolvendo as duas legendas. Foi preciso a intervenção de um grupo de “bombeiros”, entre os quais fez parte o próprio André de Paula, para que a situação fosse contornada.

Atualmente, o maior embate das siglas vem acontecendo em nível nacional, com os democratas preferindo o governador mineiro Aécio Neves para ser candidato à Presidência – em oposição à maioria dos tucanos, que quer ver na disputa o governador de São Paulo, José Serra.

Dirigente quer Hemobrás fora da agenda eleitoral

Jornal do Commercio
Terça, 17 de novembro de 2009
repercussão: site do Democratas

Rômulo Maciel, novo presidente da empresa, considerou importante as críticas da oposição, anunciou conversa com André de Paula (DEM) e disse que seu desafio será tirar a Hemobrás do debate eleitoral .

O novo presidente da Hemobrás, Rômulo Maciel Filho, considerou ontem relevantes as críticas da oposição e do presidente Lula à demora nas obras da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás), que deve começar a operar com dois anos de atraso. Ainda assim, Maciel ressalvou que a empresa não pode virar palanque eleitoral .

Os entraves no empreendimento voltaram ao centro das atenções no final de outubro, depois que o líder da minoria na Câmara dos Deputados, André de Paula (DEM) acusou o governo federal de negligência em relação à construção. Quatro dias depois, ao participar de Congresso no Recife, o presidente Lula também cobrou celeridade e expôs o desejo de ver as obras iniciadas antes do final da sua gestão.

Vejo o exercício democrático da oposição como absolutamente alvissareiro. Então eu reputo ao movimento do líder da minoria, deputado André de Paula, como gesto da mais alta relevância. Agora não podemos fazer da Hemobrás palanque eleitoral, nem espaço de discussão de sucessão política , enfatizou Maciel, anunciando encontro com André na sexta-feira (20).

Rômulo Maciel, porém, insinuou os interesses político-eleitorais suscitados com a obra. Estou à disposição de qualquer um para debater o futuro da empresa, muito mais ainda os parlamentares que representam e têm legitimidade para isso, mas numa perspectiva positiva, não que gere algum dividendo eleitoral. E esse talvez seja o nosso grande desejo, desafio. É tentar tirar a Hemobrás da agenda eleitoral e colocá-la na agenda econômica, na agenda social, na agenda sanitária .

Maciel avaliou como super positiva a cobrança do presidente Lula, particularmente para a sua gestão (iniciada em setembro), porque deu visibilidade . Estou muito feliz de o presidente ter identificado que a Hemobrás está atrasada e que é preciso acelerar nesse último ano , acrescentou, confessando a influência das declarações de Lula à data da coletiva de imprensa de ontem.

Considerado da cota do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, Maciel reconheceu a disputa política interna pela direção da Hemobrás (setores do PT e PMDB queriam a permanência de João Paulo Baccara). Para o gestor, ela foi responsável pelo atraso de 30 dias na obra. Maciel colocou que, ao aceitar o convite para presidir a Hemobrás, pediu completa autonomia para montar a equipe e orçamento. Haverá troca de cargos comissionados. Ele destacou o fato de não ser uma pessoa política. Eu quero dizer que não tenho partido político, não milito em partido algum. Tenho 30 anos da Fiocruz. Eu milito no partido sanitário. O ministro Temporão faz parte desse mesmo grupo. Somos amigos há anos e ele me convidou .

André faz nova incursão, agora nas obras da 101

Jornal do Commercio PE
Terça, 17 de novembro de 2009

Vice-presidente nacional do DEM, o deputado André de Paula fez nova ofensiva de fiscalização aos governos Lula (PT) e Eduardo Campos (PSB) ao vistoriar a BR-101, ontem e no sábado. O parlamentar disse ter percorrido vários trechos da rodovia em Pernambuco, onde teria constatado descaso da União . A ação dele ocorre sete meses após iniciada a Caravana da Transparência , promovida por líderes do DEM nacional que estiveram no Estado para fiscalizar a execução de obras listadas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Infelizmente voltamos e comprovamos o mesmo descaso. Mais uma promessa que não vem sendo cumprida pelo governo federal. As obras de melhoria e duplicação da BR-101 deveriam ficar prontas em 2010. Não vão estar , prevê André de Paula. Ele informou que vai fazer requerimento pedindo informações ao Dnit sobre o andamento do processo licitatório de lombadas eletrônicas para a rodovia. Está emperrado desde que foi incorporado ao PAC , acusou André.

O governo do Estado, em iniciativa inédita, assinou, semana passada, convênio com o Dnit para a instalação de uma lombada eletrônica na altura da comunidade do Detran, Iputinga, após moradores protestarem contra atropelamentos na BR-101. A expectativa é que o equipamento esteja funcionando em dezembro.

Presidente da Hemobrás pega carona nas críticas

Folha de Pernambuco
Terça, 17 de novembro de 2009

A construção da fábrica da Hemobrás, em Goiana, está parada e a conclusão está prevista para o segundo semestre de 2014, dois anos depois do planejado. A meta agora é agilizar as obras com um novo processo licitatório e na busca de novos sócios. Segundo o presidente da empresa, Rômulo Maciel Filho, já havia planos de acelerar o processo, desde que tomou posse no cargo, mas ele admite estar utilizando as críticas da oposição e do próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para colher dividendos.

Maciel Filho referiu-se à visita do deputado federal André de Paula (DEM), ao local das obras, dia 30 de outubro, e à reclamação pública de Lula ao ministro da Saúde, José Gomes Temporão, quanto ao atraso, no último dia 3, durante o Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, realizado em Pernambuco. “O gesto do líder da minoria (na Câmara Federal), André de Paula, foi da mais alta relevância, mas não se pode transformar a Hemobrás num palanque. É preciso fazer disso um objeto de construção”, disse o executivo, durante entrevista coletiva concedida ontem. Sexta-feira, por sinal, Rômulo e André deverão se encontrar para falar sobre a importância da empresa.

Segundo ele, quanto mais a oposição e Lula cobrarem, melhor. “A chamada de atenção do presidente ao ministro da Saúde foi positiva. “O presidente Lula, provavelmente, chamou a atenção do ministro Temporão, eu repito, e achei super positivo para a Hemobrás, particularmente para a nossa gestão, porque deu visibilidade. Confesso a vocês, peguei um pouco de carona nesse negócio de Lula também”. Um dos próximos passos será procurar o BNDES, com a proposta de entrar na sociedade.

Imprensa fortemente intimidada

André de Paula critica atraso em obras da BR-101 em Pernambuco

Blog da Folha/Folha de Pernambuco
Segunda, 16 de novembro de 2009

Só dá elas: estradas. A oposição não dá tregua aos governistas e buscam no novo mote desgastar a imagem dos governos Lula e Eduardo Campos. O vice-presidente nacional do DEM, o deputado federal André de Paula, voltou fiscalizar a BR-101 e verificou o atraso das obras, que se arrastam desde 2006. No sábado e nesta segunda-feira, o parlamentarl percorreu vários trechos da rodovia em Pernambuco e comprovou o descaso da União. A ação do democrata ocorre sete meses depois de iniciada a Caravana da Transparência.

“Infelizmente voltamos e comprovamos o mesmo descaso. Mais uma promessa que não vem sendo cumprida pelo Governo federal. As obras de melhoria e duplicação da BR-101 deveriam ficar prontas em 2010. Não vão estar”, lamentou André de Paula. “O processo de licitação das lombadas eletrônicas está emperrado, desde que foram incorporadas ao PAC. Com isso, aumenta a insegurança das comunidades à margem da pista. Toda semana há brasileiros atropelados ao longo da BR-101”, acrescentou.

André de Paula lembrou ainda a tragédia ocorrida com uma mãe de família na Iputinga, após ter sido atropelada. “Foi mais uma morte fruto da incompetência e descompromisso. E para piorar, quando os moradores fizeram protesto, levaram pancada da Polícia Militar”, destacou.

O parlamentar pernambucano afirmou que vai fazer requerimento pedindo informações ao DNIT sobre o andamento do processo licitatório, a quantidade de lombadas eletrônicas que não estão funcionando e onde todas ficam. Também vai requerer da Polícia Rodoviária Federal o levantamento dos acidentes ao longo da BR-101. André de Paula vai ainda fazer pronunciamento esta semana no Congresso cobrando ao Ministério dos Transportes, ao presidente Lula e à ministra Dilma Rousself, coordenadora do PAC, imediata solução para evitar novos acidentes deste tipo.

Folha de pernambuco/Folha Política
Segunda, 16 de novembro de 2009

O deputado André de Paula acha que Lula, ao afirmar que não é papel da Imprensa fiscalizar, mas apenas noticiar, sofre forte influência de Hugo Chávez, que fecha jornais, emissoras de rádio e TV e até sites que ousam discordar das políticas governamentais. Para o líder da minoria na Câmara, Lula, na verdade, quer constranger a Imprensa e até domesticá-la.

Collor: da glória à “tragédia grega”

Folha de Pernambuco | Política
Domingo, 15 de novembro de 2009

ARREPENDIMENTO

Gente que havia votado em Collor não se absteve de, dois anos e meio depois, participar da grande marcha, pedindo o seu impeachment. Caso do deputado federal André de Paula (DEM). Ainda em 1989, por depositar tanta esperança no ex-governador alagoano, optou por contrariar a legenda à qual era filiado, então PFL que lançou a candidatura de Aureliano Chaves. “Pela primeira vez na vida, fui de encontro a meu partido. Se arrependimento matasse, eu tinha morrido”, lamenta o democrata.

Embora tenha ido, em 1992, às ruas do Recife, em protesto, André evitou pintar a cara, atitude que marcou a manifestação popular contra Collor. Não o fez evitando constranger sua legenda. A essa altura, o PFL possuía lideranças ocupando cargos no Governo. “Eu era candidato a prefeito do Recife. Além disso, meu partido estava dividido. Ricardo Fiúza foi da tropa de choque de Collor e chegou a ser ministro, um dos poucos que ficou até o fim com o presidente”, lembra o deputado. Em Pernambuco, também levantou a bandeira de Collor, em 1989, o ex-governador Joaquim Francisco (então no PFL, hoje PSB).

Os problemas de Olinda

Jornal do Commercio
Segunda-feira, 09 de novembro de 2009

» André: Reflexão de Jarbas é natural

Questionado sobre a indefinição do senador Jarbas Vasconcelos em relação às próximas eleições, o líder da minoria na Câmara, André de Paula (DEM), disparou: Se fosse André de Paula, que nunca foi governador, decidiria imediatamente. Mas Jarbas, que já foi governador e está numa situação confortável no Senado, precisa de reflexão. Isso é natural.

João Alberto

Diário de Pernambuco | João Alberto
Domingo, 08 de novembro de 2009

Na Câmara – Por proposta de André de Paula, Egídio Ferreira Lima recebe quarta-feira a Medalha do Mérito Legislativo da Câmara dos Deputados.

Bateu forte

Jornal do Commercio/Dia-a-Dia
Sábado, 07 de novembro de 2009

O deputado André de Paula pegou pesado com Fernando Bezerra, ontem, em rádio. Chamou o secretário de ventríloquo de Eduardo Campos.

Cobrança de André vai acelerar a Hemobrás

Folha de Pernambuco/ Fogo Cruzado
Quinta-feira, 05 de novembro de 2009
Por: Inaldo Sampaio

Oposição na democracia é tão importante quanto o governo.
A este cabe operar o poder e àquela fiscalizá-lo, denunciando aquilo que, a seu juízo, está em desacordo com o bom senso, com a ética pública ou as promessas feitas e não honradas após o período eleitoral. Sexta passada, o deputado federal e vice-líder do DEM, André de Paula, da bancada de oposição ao presidente Lula, foi ao município de Goiana ver o andamento da Hemobrás e se surpreendeu com o que encontrou: apenas uma placa anunciando a obra, fincada lá há mais de dois anos.

De volta à capital, ele pôs a boca no trombone. Cobrou explicações do governo federal para o injustificado atraso daquela obra, dado que há recursos no OGU para tirá-la do papel. Não se sabe se esta denúncia chegou ou não ao conhecimento do presidente da República. E sim que Lula, no Recife, ao abrir um congresso de saúde coletiva, cobrou do ministro Temporão um “puxão de orelhas” no responsável: o ex-presidente da empresa João Paulo Baccara, substituído em setembro último pelo sanitarista pernambucano Rômulo Maciel Filho.

O parlamentar do DEM prestou um serviço a Pernambuco ao exercer seu papel de opositor. Denunciou a paralisia de uma obra que deveria estar próximo de ser concluída, levando o presidente da República a reconhecer o atraso e a exigir do ministro da saúde que a tire do papel o mais breve possível.

Foco

Folha de Pernambuco
Quinta-feira, 05 de novembro de 2009

Por: Paula Imperiano

Por indicação do deputado André de Paula, Egídio Ferreira Lima será um dos homenageados com a Medalha do Mérito Legislativo da Câmara dos Deputados, no dia 11.

Lula faz cobrança pública a Temporão

Jornal do Commercio/POLÍTICA
Quarta-feira, 04 de novwembro de 2009

Por:Sérgio Montenegro Filho/Cecília Ramos
Presidente se queixa da demora na concretização de obras e cobra do ministro da Saúde a conclusão da Hemobrás. Na semana passada, a oposição denunciou o atraso e acusou o governo de negligência

Em seu discurso de ontem no Teatro Guararapes, em Olinda, o presidente Lula demonstrou insatisfação com a demora das obras da fábrica de hemoderivados (Hemobrás), em Goiana, Mata Norte do Estado. Ele lembrou que há R$ 500 milhões alocados e se queixou do atraso. “Nem lembro mais quando estive em Goiana para lançar a pedra fundamental. Humberto Costa ainda era ministro. De vez em quando penso que venho inaugurar a fábrica e ela nem começou! É preciso ver quem está cuidando disso e dar um puxão de orelhas”, reclamou.

Diante do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, Lula disparou. “É preciso saber porque as coisas não acontecem. Temos que correr atrás, porque meu mandato termina em dezembro do ano que vem e quero ao menos deixar as obras iniciadas”, disse, acrescentando que quando a fábrica estiver funcionando, o Brasil deixará de importar hemoderivados.

O atraso nas obras da Hemobrás vem sendo criticada pela oposição. Líder da minoria na Câmara Federal, o deputado André de Paula (DEM-PE) esteve no local na semana passada e acusou o governo de “negligência”. Ontem, André disse estar “feliz” porque o próprio Lula não se conforma com o abandono do polo farmacoquímico. “Que coisa boa a cobrança pública do presidente ao seu ministro. É um sintoma positivo ele expor o seu próprio governo. Ninguém tem mais força política que ele. É mais eficiente que qualquer manifestação da oposição. Agora vamos esperar que isso não fique apenas nas palavras. Lula muda de discurso como quem muda de paletó”, ironizou.

A sétima visita do presidente a Pernambuco este ano foi a mais rápida. Ele chegou pouco depois das 16h à Base Aérea do Recife e, às 20h, já decolava rumo à Inglaterra, contrariando expectativas de que participaria de outros eventos no Estado, como a festa de aniversário do ex-prefeito João Paulo ou um jantar com Eduardo Campos.

Lula veio com a ministra e presidenciável do PT, Dilma Rousseff (Casa Civil), e com os ministros da Saúde, José Gomes Temporão, Fazenda, Guido Mantega, e Relações Exteriores, Celso Amorim. Os dois últimos seguiram para a Inglaterra.

Isaltino rebate críticas de André

Folha de Pernambuco
Segunda-feira, 02 de novembro de 2009

JOÃO BARCONI

Depois das denúncias do deputado federal André de Paula (DEM) sobre a pouca eficiência da execução dos projetos do Polo Farmacoquímico de Pernambuco, a resposta veio por parte do deputado estadual Isaltino Nascimento (PT) em tom tranquilizador. “Não vejo a necessidade de a população desacreditar dessa obra. Nós podemos ver ai que diversas empresas de fora, incluindo a Novart, confirmaram a instalação de suas estruturas no Estado, pois viram que o projeto é sólido e que as condições são bastante favoráveis para que dê tudo certo”, disse o petista.

Ele ainda aproveitou para exaltar a importância que a obra vai ter para Pernambuco, e não deixou de desferir críticas ao discurso da oposição. “Essa vai ser uma das obras mais importantes colocadas em prática pelo Governo Federal no Nordeste. O projeto está muito bem estruturado e não tem cabimento a oposição querer criticar esse avanço. Eles ficaram por oito anos no poder e não apresentaram nada de importância. Mas esse tempo passou e o povo não sente saudades”, atacou Isaltino.

Atualmente a obra do Polo Farmacoquímico está parada por reivindicação da Justiça, pois a empresa que perdeu o processo de licitação pediu revisão das cláusulas do edital que se referem a critérios técnicos, e não existe previsão para a retomada das construções.

OBRA QUE PREOCUPA

Jornal do Commercio
Domingo, 01 de novembro de 2009

O deputado André de Paula (DEM) anunciou na Rádio JC/CBN que questionará o governo federal sobre o destino de R$ 100 milhões que tinham sido destinados à futura fábrica da Hemobras, em Pernambuco. Ele foi até Goiana e não viu progresso nas obras.

DEM denuncia o abandono do polo de hemoderivados

Jornal do Commercio
Sábado, 31 de novembro de 2009

Deputado visita o Polo Farmacoquímico, em Goiana, Mata Norte, e denuncia que obra – priorizada pelo governo – está abandonada

Líder da minoria na Câmara dos Deputados, o deputado federal André de Paula (DEM) acusou, ontem, o governo Federal de negligência em relação à construção do Polo Farmacoquímico, no município de Goiana Mata Norte do Estado. Ele visitou ontem o local e afirmou que “praticamente nada foi feito” para a implantação do empreendimento, desde que o governo de Pernambuco doou o terreno à União.

Segundo o parlamentar, ainda há na área lixo, como copinhos de plástico de água mineral, proveniente do último evento realizado no local, no início deste ano. O ato contou com a presença de representantes dos governos federal e estadual, inclusive o ex-presidente da estatal João Paulo Baccara, e foi voltado para o lançamento da pedra fundamental da Novartis, empresa de homoderivados.

O JC procurou a assessoria do Ministério da Saúde para responder às críticas, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição. O terreno onde vai ser erguido o Polo Farmacoquímico tem 360 hectares, fica à margem da BR-101 e foi repassado à União no governo passado.

Para André de Paula, o empreendimento – que terá como âncora a Empresa Brasileira de Hemoderivados (Hemobrás) – vai representar para a Mata Norte a mesma oportunidade de desenvolvimento econômico que o Porto de Suape significa para os municípios próximos e da Mata Sul. “É uma vergonha para todos nós este abandono, apesar da grande importância do projeto”, criticou.

O parlamentar disse que vai mobilizar a bancada pernambucana na Câmara, formada por 25 deputados. Também pretende agendar uma visita ao novo presidente da Hemobrás, o pernambucano Rômulo Maciel, que assumiu no último dia 14.

QUEDA DE BRAÇO

Recentemente, por causa da presidência da Hemobrás, que estava sem titular desde o início de setembro, teve início uma queda de braço entre parlamentares do PT e PMDB e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. De um lado, os deputados defendiam a permanência do ex-presidente Baccara, médico hematologista mineiro ligado ao PMDB, que estava no comando da estatal desde 2005. Cerca de 60 parlamentares assinaram um manifesto, deixado em julho na mesa de Temporão. Mas o ministro venceu a disputa e emplacou seu ex-auxiliar, economista por formação.

Um dos motivos da cobiça pela estatal é o orçamento, estimado em R$ 150 milhões para 2010. Todo o Polo Farmacoquímico é calculado em R$ 500 milhões. A licitação do primeiro bloco da Hemobrás havia sido lançada e a construção do módulo iniciada, mas foi suspensa em abril deste ano por determinação judicial. A incerteza da permanência de Baccara atrasou ainda mais a obra. Mas, com o novo comando, a expectativa é que o processo possa avançar.

”Guerra santa” do governo para abafar CPI, diz André de Paula

Blog Magno Martins
Sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O deputado federal André de Paula(DEM-PE), admite que a pauta na Câmara federal está atrasada, ainda mais com o vazio provocado pelo feriadão, deixando de serem apreciadas matérias importantes. O deputado está no programa Frente a Frente, e diz a Magno Martins que o resultado da CPI da Petrobras, foi uma ação do rolo compressor do governo, admitindo que o mesmo deverá se dar com relação à do MST, onde foram aplicados recursos governamentais de maneira indevida e que desde já existe uma ‘guerra santa’ para abaafar. Escrito por Nivaldo Araujo, às 18h42

André de Paula reclama de abandono na Hemobrás

Blog de Jamildo
Sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O deputado federal André de Paula visitou, ontem, o Pólo Farmacoquímico, em Goiânia, Litoral Norte de Pernambuco, e reclamou do estado de abandono da obra.

Líder da Minoria da Câmara, o parlamentar disse que praticamente nada foi feito desde que o Governo do Estado de Pernambuco doou a área à União para que o projeto fosse implantado .

Segundo André de Paula, a obra mais importante para a saúde do País vem sendo ignorada pelo Governo Federal. “É uma vergonha para todos nós este abandono. Apesar da enorme importância do projeto, não apenas para os pernambucanos, mas para todos os brasileiros”, lamentou o deputado.

“O Pólo Farmacoquímico para a Mata Norte tem a mesma importância que Suape tem para a Mata Sul”, acrescentou.

“Há lixo deixado ainda visita do presidente Lula, no começo do ano”, exemplificou.

Agora André de Paula vai mobilizar a bancada pernambucana na Câmara Federal para agilizar o início da obra. Também vai visitar o novo presidente da Hemobrás, o pernambucano Rômulo Maciel.

“Vou me colocar à disposição e saber o que nós, pernambucanos, podemos fazer para fazer acontecer. Para atender aos hemofílicos e gerar emprego e renda para a região”.

O Pólo Farmacoquímico está localizado à margem da BR 101, no município de Goiânia, numa área de 360 hectares. “Foi criado no Governo Jarbas-Mendonça”.

Folha de Pernambuco/Foco
Domingo, 25 de outubro de 2009

O deputado André de Paula engrossa o coro de políticos do DEM que pressionam o PSDB pela formação do quadro de presidência para 2010. Encara, no entanto, sem pessimismo a falta de articulação entre democratas de tucanos. Argumenta que, há oito anos, as divergências entre PSDB e PSB eram mais difíceis de administrar e, no entanto, foram superadas. Como ponto de convergência, cita a eleição de Marco Maciel e Sérgio Guerra ao Senado.

Tucanos e democratas tentam selar a paz

Jornal do Commercio/Política
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Por: Sheila Borges

Esta será uma semana bastante movimentada para a oposição ao governador Eduardo Campos (PSB) no Estado. Primeiro, o bloco formado por PMDB,PSDB, DEM e PPS terá que discutir seus problemas internos, externados a partir do desabafo feito pelo deputado federal José Mendonça (DEM), que acusou o senador Sérgio Guerra (PSDB) de desagregador . Segundo, porque os oposicionistas terão que analisar a repercussão do bate-boca dos últimos dias entre ex-auxiliares do governo de Jarbas Vasconcelos (PMDB), atual senador, e integrantes da atual administração, em torno das marcas administrativas que cada gestão tenta creditar aos seus grupos políticos.

Essa polêmica foi alimentada pelos jarbistas depois que o governador Eduardo Campos acusou os adversários de terem promovido duas gestões focadas em uma única obra: a duplicação da BR-232. Enquanto isso, ele estaria transformando o Estado em um canteiro de obras. Os dois assuntos devem entrar na pauta das conversas dos oposicionistas, que serão mantidas hoje, ao longo do dia, já que a agenda de trabalho em Brasília está mais leve em função do feriado antecipado do dia do servidor público.

Apesar da folga, todos os líderes da ex-União por Pernambuco devem embarcar para a capital federal. Jarbas, Sérgio Guerra – que voltou dos Estados Unidos – e o também senador Marco Maciel (DEM) seguem para lá com o objetivo de analisar os assuntos distante do Estado.

O deputado federal André de Paula (DEM) tentou, na semana passada, desempenhar o papel de bombeiro e aparar as arestas internas, mas a conversa ganhou um novo contorno a partir da troca de farpas entre governistas e oposicionistas em torno da herança deixada pelas gestões de Jarbas e Mendonça Filho (DEM) – primeiro na qualidade de vice-governador, depois na de governador.

A diferença fundamental entre os dois grupos é que os governistas têm um candidato ao Palácio em 2010, o próprio Eduardo Campos, que deve tentar renovar o mandato. Do lado da oposição, a situação é mais delicada, porque ainda não há um pré-candidato. Todos torcem, contudo, para que o senador Jarbas assuma esse desafio.

André reforça aliança contra o candidato de Lula

Rádio Tabocas/Blog A Voz da Vitória
Quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Na manhã desta quarta-feira (21), em entrevista ao Programa A VOZ DA VITORIA, pela Rádio Tabocas FM (98,5), o Deputado Federal André de Paula (DEM), falou sobre a questão dos reajustes salariais para os Aposentados e a movimentação política para as Eleições 2010.

Na condição de líder da oposição, André considera que a proposta oferecida pelo governo para reajuste dos benefícios se distancia da realidade ao propor recomposição das perdas da aposentadoria, com base na variação do PIB. “Uma aposentadoria digna é uma preocupação que demanda urgência. A proposta do governo não responde às expectativas dos aposentados” , afirma André de Paula ao defender a emenda ao PL 01/07, sobretudo o PL 3299/08; que determina que todos os benefícios previdenciários sejam elevados segundo os mesmos índices de elevação do salário mínimo. Há quatro propostas circulando hoje no Congresso. A mais aceita é do senador Paulo Paim (PT).

“O Governo tem procurado construir outro acordo, com a interveniência dos movimentos sindicais. Porém, este não se coaduna com as propostas debatidas na Casa”, explicou.

Com relação as costuras políticas para 2010, André de Paula afirmou nesta entrevista que o DEM nacional tem procurado o PSDB na definição de uma candidatura presidencial, podendo ser Serra ou Aécio, pois segundo ele, cabe ao PSDB a indicação desta postulação. “Entendo a dificuldade do PSDB em definir, por se tratar de dois grandes governadores. Porém, essa definição é primordial para facilitar a acomodação política nos Estados”, ressaltou.

Para o Democrata, apesar do PMDB em Pernambuco ir por outra vertente, não compondo com o palanque proposto por Lula em uma aliança PT/PMDB, já é fato os acordos para a composição das Mesas do Congresso e o tempo de Guia que conta para esta aliança. “O nosso lado precisa ter essa liberdade e desenvoltura de alianças sólidas, pois o palanque do Presidente já tem”, sinalizou.

Para Pernambuco, André de Paula afirmou que as convergências da aliança PMDB/PSDB/DEM/PPS são maiores que os atuais conflitos destes partidos. “Nós temos um grande interesse em voltar a governar o Brasil com o PSDB e de eleger Marco Maciel que é um exemplo de um homem público e Sérgio Guerra que é presidente nacional do PSDB”, explicou.

Segundo André o melhor candidato a governador para confrontar com Eduardo Campos (PSB) em Pernambuco seria mesmo o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB). “Caberia ao PMDB alinhar este projeto de construção de nossa unidade, independente do nome que tenha esta união, pois o nome não importa. O importante é termos um palanque forte”, catequizou o líder da oposição.

Com relação ao desabafo do Dep. José Mendonça (DEM) que afirmou que Sérgio Guerra era “um político desagregador”, caberá hoje a André jantar com Sérgio Guerra para aparar estas arestas. “Em política, Lissandro, cumpre-se etapas. A primeira etapa é do fortalecimento. Esta cada partido já venceu. A etapa agora é bastante diferente! Pra nós é importante que cada partido de nossa aliança esteja forte. Queremos olhar pra frente. Porque vamos enfrentar um forte adversário eleitoralmente. A opinião pública espera de nós a capacidade de colocar em primeiro lugar um projeto para o Estado e para o País “, finalizou.

Pode sobrar para Maciel

Jornal do Commercio/Pinga Fogo
Terça-feira, 20 de outubro de 2009

O chamamento de André de Paula para que seja erguido, já, o tripé da ex-União Por Pernambuco em favor da unidade do grupo para 2010, é carregado de equilíbrio e pragmatismo, sobretudo. Como deve ser. Mas o democrata-macielista não entrou em campo apenas para exercer as características que lhe pertencem genuinamente. O pano de fundo da preocupação, traduzida em alerta, do deputado que presidiu por mais de uma década o DEM, são os riscos ao projeto maior do partido para 2010: a reeleição do senador Marco Maciel, liderança magna do partido.

Extrapola as fronteiras do DEM o entendimento de que Maciel está claramente exposto na disputa ao Senado. Nos partidos da aliança o que se comenta e se percebe na movimentação dos adversários do democrata é que Maciel já foi eleito o alvo do embate. A compreensão é a de que ele está à vista dos demais postulantes porque estaria pontuando bem nas intenções de voto encomendadas pelas legendas. Outro indício é o que se ouve, nos bastidores, de cobranças de ex-pefelistas por uma conduta mais firme e clara de Maciel sobre determinados temas. Ex-pefelistas que hoje defendem outro projeto ao Senado.

Por isso o macielista André de Paula está em cena. Ele não confirma, mas foi o primeiro a entrar em campo na tentativa de apaziguar o embate Mendonção x Guerra. Outro que também deve cumprir esse papel é Raul Henry, que traz no DNA o outro braço forte da ex-União, Jarbas Vasconcelos. É urgente selar a paz. Ao menos até 2010 passar. E para evitar que as ameaças mútuas de retaliação terminem sobrando para quem tem um projeto majoritário.

Justiça para Todos
Jornal do Commercio/Artigos
Domingo, 18 de outubro de 2009

André de Paula
Garantir ao cidadão o acesso à Justiça é dar solidez à legitimidade democrática dos governos, torná-lo um privilégio para poucos, constitui a mais grave injustiça do estado democrático de direito. Não foi por acaso que a Constituição outorgou ao Poder Judiciário e ao Ministério Público autonomia orçamentária, financeira e administrativa, assim como a iniciativa do processo de elaboração das Leis que disponham sobre sua organização e sobre os planos remuneratórios e de carreira de seus membros e servidores.

Leia a íntegra do artigo!

Grupo da Frente Ambientalista discute conservação marinha

Agência Câmara
Quinta-feira, 15 de outubro de 2009

O Grupo de Trabalho Conservação Marinha da Frente Parlamentar Ambientalista se reúne em instantes para avaliar políticas públicas sobre o tema e discutir os preparativos para a realização de um seminário. O coordenador do grupo é o deputado André de Paula (DEM-PE).

Entre os convidados para o evento estão representantes da Agência Brasileira de Gerenciamento Costeiro, do Ministério do Meio Ambiente, do Comando da Marinha, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), de organizações ambientalistas e da Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo.

Venceu na força

Quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Jornal do Commercio/ Pinga Fogo

Líder da minoria na Câmara dos Deputados, André de Paula conta que desde a pressão para aprovar a PEC dos vereadores que a Casa vive infestada de lobistas. E Michel Temer decidiu ontem votar ainda este ano o projeto que legaliza a atividade.

» Vive na pressão

Tramitam no Congresso hoje 5 projetos de profissionalização do lobby. A atividade não é ilegal no Brasil, mas sua não regulamentação sempre gerou polêmica por conta da pressão dos grupos para aprovar as matérias de seus interesses.

André recebe prós e contras ao licenciamento ambiental

Site Democratas/PE
Sexta- feira, 02 de outubro de 2009

“O objetivo é ponderar as considerações feitas no âmbito do Grupo de trabalho”, afirma André de Paula ao estabelecer a data para entrega de seu relatório. Leia matéria repercussão no site do Democratas em Pernambuco!

DEM filia lideranças na Mata

Folha de Pernambuco
Sexta, 25 de setembro de 2009
Por: Renata Bezerra de Melo e Gilberto Prazeres

Menos de uma semana depois de trazer o presidente nacional do partido, deputado Rodrigo Maia, para mobilizar a nova militância pernambucana, o Democratas parte, hoje, em caravana rumo a Sirinhaém e Barreiros (Mata Sul) para lançar seus pré-candidatos ao Legislativo. A corrida vale também para busca de mais filiações. No domingo, a comitiva liderada pelo presidente estadual da sigla, Mendonça Filho, estará em São Lourenço da Mata.

Os três nomes que receberão as bênçãos da cúpula partidária para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa são: o ex-vereador Moisés Alves, o Éi (Sirinhaém); o ex-candidato a deputado Mario do Resgate (Barreiros) e o ex-vereador Major Santana (São Lourenço da Mata).

Na liderança do processo de atração de novos nomes, Mendonça Filho diz que já percorreu grande parte de Pernambuco cumprindo a tarefa, cujo resultado seria uma soma de cerca de 40 nomes ingressos na chapa proporcional estadual. Os números foram dados pela líder do DEM, na Assembleia Legislativa, Miriam Lacerda, durante o ato da segunda-feira.

Baixas – As saídas deputados do DEM, Ciro Coelho e Sebastião Rufino, para o PSB, a fim de terem chances de vitória, foram minimizadas, ontem, pelo deputado federal André de Paula. Ele afirmou que o Democratas chegará mais forte no próximo pleito, porque estaria se reforçando com lideranças de vários municípios do Estado. Se realmente saírem, será por uma questão que não é ideológica. Mas, até o dia 30 deste mês, ganharemos mais do que perderemos. O saldo será bem positivo, pois bons nomes ingressarão, garantiu.

Pela liberdade na ágora Digital

Gazeta do Sul/ Opinião
Santa Cruz do Sul/RS
Sexta-feira, 25 de setembro de 2009

A democracia só se constrói onde a informação circula livremente. Afinal, informação é poder; e se democracia é, basicamente, uma poliarquia, ou seja, a pulverização social do poder, nucleada no cidadão, ela pressupõe, evidentemente, o livre e espraiado fluxo da informação. Partindo desse princípio, as regras de campanha eleitoral devem permitir amplamente que os cidadãos, jornalistas e eleitores manifestem aquilo que pensam, sabem e querem a respeito das próximas eleições. Leia artigo na íntegra!

André defende participação política feminina

Site Democratas/Bancada Câmara/Notícias
Terça-feira, 22 de setembro de 2009

“Garantir maior representatividade e poder político à mulher nos faz desenhar um novo perfil social para o País”, diz André de Paula. Confira a notícia!

Reforma eleitoral votada pelo Congresso trouxe a fórmula ideal na internet?

Jornal de Brasília/Opinião
Terça-feira, 22 de setembro de 2009

Não. Afirma André de Paula, deputado federal pelo DEM de Pernambuco

As regras de campanha eleitoral devem permitir amplamente que os cidadãos, jornalistas e eleitores manifestem aquilo que pensam, sabem e querem a respeito das próximas eleições. Essa liberdade de expressão só pode e deve ser limitada para impedir a prevalência do poder econômico, ou seja, para evitar que os mais abastados ganhem a disputa não por força da qualidade das idéias que divulgam o que é desejável, mas em função de sua capacidade econômica para divulgá-la a mais pessoas e por mais tempo. Nesse sentido, o projeto de reforma eleitoral deve ser considerado um avanço ao permitir disciplinar na verdade o uso da internet a partir das próximas eleições.

Poderíamos ter avançado mais, visto que a utilização da rede mundial de computadores para campanha eleitoral só está liberada a partir de 5 de julho do ano da eleição. Essa limitação esbarra no fato de que as opiniões e o livre debate sobre o processo eleitoral encontram-se a todo vapor na internet, situação que tende a potencializar o processo indesejável de judicialização das eleições. Permanece, portanto, o desafio de encontrar o equilíbrio entre liberdade e igualdade, que só será vencido se não for ignorada a verdadeira realidade da internet como canal amplamente democrático de livre manifestação do pensamento. O pré-candidato não pode assumir sua pré-candidatura em seu site, mas as outras pessoas podem noticiá-la e divulgá-la… Enfim, distancia-se a lei da realidade.

DEM Promove encontro de olho nas eleições

Jornal do Commercio/Política
Terça-feira, 22 de setembro de 2009

Sigla discutirá estratégias para 2010 em encontro com pré-candidatos ao Legislativo. Evento contará com os presidentes estadual, Mendonça Filho, e nacional, Rodrigo Maia, e com o senador Marco Maciel.
(…)

O encontro também contará com a presença do senador Marco Maciel, pré-candidato à reeleição e uma prioridade da direção partidária para 2010. Nas articulações internas, o DEM objetiva eleger no ano que vem cinco deputados federais e oito estaduais. Além de Mendonça Filho, são nomes fortes da legenda para a Câmara Federal: Augusto Coutinho, Roberto Magalhães, André de Paula, Guilherme Coelho e Tony Gel. Para a Alepe, além dos candidatos à reeleição, o partido investirá, entre outros, na vereadora do Recife Priscila Krause e no ex-candidato à Prefeitura de Ibimirim (Sertão) Roni Rolim. Leia a íntegra da matéria!

Pela liberdade na Ágora Digital

Jornal da Câmara/ Opinião
Segunda-feira, 21 de setembro de 2009

André de Paula

A democracia só se constrói onde a informação circula livremente. Afinal, informação é poder; e se democracia é, basicamente, uma poliarquia, ou seja, a pulverização social do poder, nucleada no cidadão, ela pressupõe evidentemente o livre e espraiado fluxo da informação.

Partindo desse princípio, as regras de campanha eleitoral devem permitir amplamente que os cidadãos, jornalistas e eleitores manifestem aquilo que pensam, sabem e querem a respeito das próximas eleições. Essa liberdade de expressão só pode e deve ser limitada para impedir a prevalência do poder econômico, ou seja, para evitar que os mais abastados ganhem a disputa não por força da qualidade das ideias que divulgam – o que é desejável -, mas em função de sua capacidade econômica para divulgá-la a mais pessoas e por mais tempo.

Em resumo, as regras de campanha eleitoral, arbitrando o eterno conflito entre liberdade e igualdade, devem assegurar o equilíbrio entre a liberdade de expressão e a proteção do resultado eleitoral contra a influência do poderio econômico.

Nesse sentido, o projeto de reforma eleitoral que acaba de ser aprovado pela Câmara dos Deputados, já em fase definitiva de tramitação, deve ser considerado um avanço ao permitir, disciplinar na verdade, o uso da internet a partir das próximas eleições.

Poderíamos ter avançado mais, visto que a utilização da rede mundial de computadores para fins de campanha eleitoral só está liberada a partir do dia 5 de julho do ano da eleição. Essa limitação esbarra no fato de que as opiniões e o livre debate sobre o processo eleitoral encontram-se a todo vapor na internet, situação que tende a potencializar o processo indesejável de judicialização das eleições.

Não devemos esquecer que a rede mundial de computadores é um corcel selvagem, tão resistente a peias, que nem os regimes totalitários conseguem controlá-la completamente. Até os aiatolás iranianos tentam, mas não conseguem, para sorte do povo iraniano.

O grande mérito da internet é justamente possibilitar a qualquer pessoa alfabetizada que disponha de um computador e de acesso à rede de telecomunicação o ingresso no grupo de emissores de comunicação social, anteriormente restrito aos donos de jornal, rádio ou televisão. Não se justificaria, portanto, limitá-la para resguardar o resultado da eleição contra a influência do poder econômico.

Permanece, portanto, o desafio de encontrar o equilíbrio entre liberdade e igualdade, que só será efetivamente vencido se não for ignorada a verdadeira realidade da internet como canal amplamente democrático de livre manifestação do pensamento.

Diante das novas regras, restam as seguintes perguntas. Para que proibir que pretendentes a uma candidatura anunciem sua pretensão pela internet antes do dia 5 de julho do ano da eleição, se outras pessoas podem, no mesmo ambiente, manifestar o seu apoio a tal aspiração? O pré-candidato não pode assumir sua pré-candidatura em seu site, mas as outras pessoas podem noticiá-la e divulgá-la…Enfim, por que distanciar a lei da realidade? Por que judicializar ainda mais nossos pleitos eleitorais para, estabelecendo precedentes, inspirar agressões à liberdade de expressão?

Por tais razões, e assim como já defendi em projeto de lei de minha autoria (PL 5420/09), as manifestações e o livre trânsito de informações com significado eleitoral na internet não devem ser limitadas temporalmente; trabalho para que o Congresso rechace as pretensões de controle excessivo da internet, livrando-a de percalços em sua natural evolução para um grande, aberto e livre fórum digital, similar à Ágora da Cidade-Estado de Atenas, onde o povo grego exerceu diretamente a democracia política e legou à posteridade os valores fundamentais da liberdade de expressão e participação da cidadania.

André de Paula é deputado federal pelo DEM de Pernambuco e atual líder da Minoria na Câmara.

Sempre as conveniências

Diário de Pernambuco
Sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Os próximos dias serão angustiantes para deputados que desejam trocar de partido. Isso porque no dia 5 de outubro termina o prazo para a migração dos que querem disputar a eleição de 2010. Ou seja, chegou a hora de decidir. Assinar ficha numa sigla diferente daquela pela qual foi eleito pode significar o fim do atual mandato. Por outro lado, permanecer onde está pode representar um risco para a conquista de um próximo, em razão das complicadas contas do quociente eleitoral. Até pouco tempo, a troca de partido ocorria a toda hora sem penalização alguma para o “desertor”. Eleitos por uma sigla x (geralmente pequena ou nanica) aderiam livremente a outra logo após a posse. O deputado federal André de Paula, quase 30 anos de PFL/DEM, faz um paralelo da situação com o futebol de ontem e hoje. “No passado, jogador que atuava num time jamais aceitava oferta para jogar num clube rival. Havia amor à camisa. Agora, o que manda é o dinheiro. Na política, alguns militavam anos num partido e de repente filiavam-se a outros, traindo convicções, eleitores e sua história. A coerência era deixada de lado. Ainda bem que, diante da nossa (deputados, senadores, enfim, o Congresso) incapacidade de legislar, o TSE agiu”. O democrata refere-se à resolução do Tribunal Superior Eleitoral que pôs um ponto final na dança das cadeiras que ocorria ao sabor das conveniências, do ‘quem dá mais leva’. Pela resolução nº 22.733, de 11 de março de 2008, à legenda prejudicada teve garantido o direito de pedir, perante a Justiça Eleitoral, a decretação da perda do cargo em decorrência de desfiliação sem justa causa. Como salientou André, o TSE entrou em cena pela total falta de coragem dos políticos de estabelecerem regras para barrar a infidelidade. O assunto sempre foi engavetado, uma vez que em muitos casos significava cortar a própria carne. Agora, quando se aproxima a primeira eleição geral pós fidelidade partidária, a situação fica complicada. As, ainda assim, migrações vêm acontecendo. Hoje, por exemplo, PSDB filia os deputados estaduais Eduardo Porto (ex-PTdoB ) e Edson Vieira (ex-PSDC). Por sua vez, o PTB recebe Silvio Costa e Silvio Costa Filho (ambos do PMN). Alguns deles devem pagar para ver e esperar o processo das legendas deixadas para trás. Outros, receberão carta-branca dos antigos partidos, que, certamente motivados por ‘agradáveis conveniências’, não reclamarão os mandatos.

Elaboração de protocolos clínicos pela direção do SUS

Jornal do Senado/ Plenário
Quinta-feira, 17 de setembro de 2009

O Plenário aprovou ontem projeto de lei (PLC 104/07) que inclui a elaboração de protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas entre as atribuições da direção do Sistema Único de Saúde (SUS).

O texto aprovado – um substitutivo elaborado pela relatora Rosalba Ciarlini (DEM-RN) na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) – especifica que compete à direção nacional, estadual e municipal do SUS estabelecer, implementar, divulgar, avaliar e revisar protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas.

Do deputado André de Paula (DEM-PE), o texto original obrigava hospitais e maternidades públicas a adotarem protocolo terapêutico editado pelo Ministério da Saúde para evitar a transmissão do vírus HIV de mãe para filho.

Relações Exteriores

Folha de Pernambuco/ Foco
Segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Membro da Comissão de Relações Exteriores da Câmara Federal, o deputado federal André de Paula esteve reunido com membros da embaixada da Venezuela no Brasil para discutir a inclusão do país no Mercosul.

Pré-sal

Diário de Pernambuco/Política
Quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Todos os 25 deputados federais foram convidados para o encontro, que reúne base aliada e oposição.
Em mais uma investida para defender a divisão dos royalties do pré-sal entre os estados brasileiros, o governador Eduardo Campos (PSB) promove hoje uma reunião com os deputados da bancada federal de Pernambuco. O encontro será no Palácio do Campos das Princesas, a partir das 16h. O socialista atendeu um pedido dos parlamentares que querem trabalhar em conjunto com o socialista para garantir a divisão igualitária dos recursos da exploração do petróleo. Entre os assuntos a serem discutidos está o texto da emenda que será encaminhado ao pacote de projetos do pré-sal, em tramitação na Câmara dos Deputados. (…)

No cargo de líder da minoria na Câmara dos Deputados, André de Paula (DEM) afirmou que a defesa dos royalties do pré-sal é um tema que deve unir todos os políticos do estado. “O governador, pelo cargo que exerce, tem legitimidade para encabeçar esse movimento. Não podemos ficar sem reagir”, afirmou o democrata.

“É Proibido Proibir”, diz André de Paula

Folha de Pernambuco/ Blog da Folha
Quarta-feira, 09 de setembro de 2009

O deputado federal André de Paula (DEM) recorreu hoje ao famoso título da música de Caetano Veloso para dizer, em entrevista à Rádio Folha FM, que “é proibido proibir”. O democrata se referiu ao projeto de reforma eleitoral em votação no Senado Federal, regulamentando o uso da internet durante as eleições. Para André, a internet é um campo aberto e as mudanças iriam ferir o princípio de liberdade.

Na observação do parlamentar, o que a Casa está fazendo hoje é regulamentar apenas o que já existe para as próximas eleições e passa longe de uma reforma eleitoral profunda. Sobre a queda da popularidade do presidente Lula na pesquisa CNT/Sensus, o deputado pernambucano acredita que o petista se “arranha” ao transferir para o presidente da República todas as crises.

Citou como exemplos, a manutenção de José Sarney (PMDB-AP) e o caso da ministra Dilma Rousseff (Casa Cvil) no episódio Lina Vieira (ex-secretária da Receita Federal). “Isso tudo começa a desgastar a imagem do presidente”, diz.

Oposição reage a discurso de Lula

Folha de Pernambuco/Política
Quarta-feira, 09 de setembro de 2009

O discurso do presidente Lula no último sábado, durante o 3º Congresso do PT, no qual ele afirmou que o partido é o mais ético entre as siglas, provocou reações na oposição. O presidente do PPS, Roberto Freire, foi um dos que atacou duramente Lula. Outro que não poupou críticas foi o líder da Minoria na Câmara dos Deputados, André de Paula (DEM).

“O discurso é tão destituído de senso de realidade quanto atentatório aos fatos, principalmente depois que o STF acolheu denúncia contra toda a direção do PT e seus maiores líderes, à exceção do próprio Lula”, afirmou Freire, que reclamou do presidente ter chamado o partido de moral e ético. Conforme explicou, foi uma estratégia para unir tendências e levantar a auto-estima da platéia. Segundo Freire, Lula não é ético, assim como o PT. “Não diz nada em que se possa confiar”, completou.

Para André de Paula, o petista tende a confundir com freqüência a posição que ocupa, misturando os papéis. “Como presidente, Lula não deveria defender uma tese inaceitável como aquela, de que o PT está acima de todos os partidos. Isso era para ser dito por um militante. Infelizmente, surpreende negativamente o Brasil”, alfinetou.

De olho no verde

Jornal do Commercio/ Dia a dia
Quinta-feira, 03 de setembro de 2009

Convidado por Betinha Nascimento e José Simon, André de Paula discute, hoje, no 81º Encontro Nacional da Indústria da Construção, no Rio, legislações ambientais. O deputado é relator do Projeto de Lei que dispõe sobre o Licenciamento Ambiental na Câmara dos Deputados.

Por um Estatuto da Metrópole

Diário de Pernambuco/Opinião
Terça-feira, 01 de setembro de 2009

“Um orçamento regional se torna indispensável para que se cumpra o planejamento”

O Congresso Nacional abre discussão sobre o Projeto de Lei nº 3.460/2004, que busca instituir a Política Nacional de Planejamento Regional Urbano e o Sistema Nacional de Planejamento e Informações Regionais Urbanas.
Leia artigo na íntegra!

André debate controle das Atividades de inteligência

Portal JusBrasil
Quinta, 13 de agosto de 2009

O líder da Minoria na Câmara dos Deputados, deputado André de Paula (PE), esteve nessa terça-feira, 11, com o Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, deputado Severino Alves (PDT-BA), e com o deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ) para discutir a atuação da Comissão Mista do Congresso Nacional para Controle das Atividades de Inteligência.

Na ocasião, os parlamentares discutiram a proposta do Regimento Interno para a Comissão Mista, o requerimento para convocação do Ministro Nelson Jobim e a PEC que pretende dar respaldo constitucional às atividades de inteligência no país.

“A ideia da PEC é criar o Conselho de Inteligência, também para assessorar o legislativo, a exemplo de modelo já estabelecido em países como o Canadá e Portugal”, explicou o líder.

PEC da música foi aprovada por Comissão Especial da Câmara

Boletim da Associação Brasileira dos Produtores Artísticos
Sexta, 07 de agosto de 2009

O setor musical deu um importante passo na última quarta-feira (05 / 08). Emvotação realizada na Câmara dos Deputados por uma Comissão Especial, em Brasília, foi aprovada a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que imuniza de impostos os fonogramas e seus suportes, sejam eles físicos ou digitais, de obras e/ou artistas nacionais.

A PEC da Música, como vinha sendo chamada, é uma reivindicação de músicos e produtores que enxergam na medida uma forma de recuperar as recentes perdas do setor. Agora, a votação será em plenário até o fim do ano.

A Abeart agradece ao empenho de seus associados, entre eles aqueles que

estiveram presentes na votação e foram de suma importância para a aprovação da proposta: Augusto Canô (Sunshine) e Jesus Sangalo (Caco Telha).

Augusto Canô foi à Câmara com os artistas Gian & Giovani, César & Paulino e a equipe da Sunshine. Gian teve uma atuação decisiva na aprovação e contou com a ajuda do deputado Paulinho da Força Sindical para desarticular a manobra de Manaus que estava contra a emenda.

Jesus Sangalo esteve em Brasília com a equipe da Caco de Telha, entre eles o Diretor Artístico Fabio Almeida e o Prefeito de Juazeiro da Bahia, Isaac Carvalho. Jesus também coordenou a presença dos deputados Albano Franco (SE), Mão Branca (BA) e Jorge Cury (BA).

A Abeart agradece aos deputados André de Paula (DEM-PE), Chico Alencar (PSOL-RJ), ao Presidente da Comissão, deputado Décio Lima (PT-SC), ao relator e co-autor da PEC, José Otávio Germano (PP-RS) e pela coordenação do deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), autor da PEC.

Idosos Isentos

Jornal do Commercio/ Repórter JC
Sexta, 07 de agosto  de 2009

O deputado federal André de Paula (DEM) apresentou projeto na Câmara que isenta os idosos da contribuição a conselhos e entidades de fiscalização profissional. Se aprovado, quem tiver mais de 60 anos deixará de pagar anuidades em entidades como a OAB e a Fenaj em todo o País.

Deu André

Jornal do Commercio/Pinga Fogo
Sexta, 31 de julho de 2009

Os deputados de Pernambuco foram bem no quesito presença. O mais assíduo dos 25 parlamentares foi André de Paula. O mais faltoso, Marco Antônio (Negão Abençoado). José Mendonça é o segundo no ranking de faltas.

Antes que…

Jornal do Commercio/Repórter JC
Sexta, 31 de julho de 2009

Priscila Krause e André de Paula, do DEM, se juntaram a moradores do Engenho Uchôa para protestar contra a instalação do centro de triagem de lixo pela Prefeitura do Recife.

Doação liberada

Jornal do Commercio/ Pinga Fogo
Quarta-feira, 08 de julho de 2009

Autor do projeto que trata só do uso da internet na campanha, André de Paula informou ontem que o texto em debate na Câmara passou por nova mudança e acatou a proposta de não impor limites de doação pela internet. Havia um teto de mil reais.

Repentista pode ter profissão reconhecida

Terra Magazine/Blog das Ruas
Domingo, 05 de julho de 2009

Figura central da cultura popular nordestina, o repentista pode ter a sua profissão reconhecida em breve.

No dia 23 de junho, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara Federal aprovou, em caráter conclusivo – o que significa que não precisa ser votado pelo Plenário -, o projeto de lei que regulamenta a profissão de repentista.

Leia matéria no Blog das Ruas/ Terra Magazine!

Medida para evitar terceiro mandato

CCJ aprova projeto que proíbe prefeitos de se candidatar nas cidades vizinhas

O Dia Online/Brasil
Domingo, 05 de julho de 2009

Rio – Sete estados brasileiros, inclusive o Rio, estão na lista da Justiça Eleitoral com prefeitos que mudam de município para se manter no poder por mais tempo. Mas a prática pode estar perto de acabar: a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou projeto que proíbe os prefeitos de acumularem mais de dois mandatos. Agora, o assunto vai à plenário e depende da aprovação dos deputados para que a lei seja sancionada.

Acesse matéria completa e veja gráfico dos “prefeitos itinerantes” em todo o país!

“Internet é campo para liberdade”

Rádio Tabocas FM/A voz da Vitória
Quinta, 02 de julho de 2009

Em entrevista concedida hoje pela manhã (02) no Programa A VOZ DA VITORIA, pela Rádio Tabocas FM (98,5), o Deputado Federal André de Paula (DEM), líder da minoria na Câmara dos Deputados, explicou os últimos projetos de Lei aprovados na Câmara de sua autoria que reconhece o repentista como profissional e uma emenda que contribue com a mínima Reforma Eleitoral.
Leia matéria no blog A Voz da Vitória, com oLissandro Nascimento

Aprovada regulamentação da profissão de repentista

Agência Câmara
Sexta, 26 de junho de 2009

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou na última terça-feira (23), em caráter conclusivo, proposta que regulamenta a profissão de repentista. A matéria segue agora para análise do Senado.

Ainda em entrevista à Rádio Câmara, André de Paula destaca a importância cultural dos repentistas. Ouça gravação!

Contribuição pela internet sem restrição

Jornal do Commercio/ Pinga Fogo
Sexta, 26 de junho de 2009

A reforma eleitoral, em debate na Câmara na próxima semana, não impõe limite às doações pela internet. Há um consenso de segurança total.

Câmara aprova regulamentação de repentistas

TV Câmara/Câmara Hoje/um giro nas comissões
Quinta, 25 de junho de 2009

Mais perto de se tornar uma profissão reconhecida por lei. A Comissão de Constituição e Justiça aprovou a regulamentação da profissão de repentista. O texto aprovado não exige que o repentista tenha que se registrar em entidade de classe. A matéria segue agora para análise do Senado.

Sem improviso, CCJ aprova projeto que regulamenta profissão
de repentista

Jornal da Liderança/Democratas
Quarta, 24 de junho de 2009

“Deputado André de Paula estou muito agradecido. Com esse projeto ficou tudo resolvido e o cantador passou a ser reconhecido. Deputado a sua mão foi muito excelente, durante décadas de pedidos, de anos de repente o senhor nos favorece e tudo o que a classe oferece é esse humilde presente”. Com esses versos, o poeta Ismael Pereira da Silva, presidente da Associação dos Cantadores do Nordeste, comemorou a aprovação do Projeto de Lei 613/07 que regulamenta a profissão de repentista, violeiro, improvisador, embolador, cantador de coco, entre outros. A proposta, que tem como autor o líder da Minoria da Câmara, deputado André de Paula ,Democratas-PE), foi aprovada, em caráter conclusivo, na sessão realizada nesta terça-feira (23) na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). A matéria segue para análise do Senado.

Acesse o site da Bancada do DEM na Câmara e veja outras notícias.

Internet & voto

Jornal do Commercio/ Cena Política
Segunda, 22 de junho de 2009

Autor do projeto que regulamenta a campanha eleitoral pela internet, André de Paula (DEM) interrompe o São João para participar da reunião que discutirá as regras do pleito de 2010, em Brasília. Tá focado.

Saindo na frente

Jornal do Commercio/ pinga Fogo
Recife, PE – quarta-feira, 17 de junho de 2009

André de Paula se antecipou à comissão que estuda uma proposta de reforma eleitoral, e apresentou ontem um projeto de lei liberando a doação de campanha pela internet. André também levou o projeto ao presidente do TSE.

O Congresso e a campanha

Jornal do Commercio/PE
Segunda-feira, 08 de junho de 2009

Depois de muito tempo sendo bombardeado por denúncias, o Congresso teve a semana passada produtiva. No Senado, a CCJ aprovou um projeto de Pedro Simon que exige idoneidade moral e reputação ilibada aos candidatos que disputam as eleições, acabando com os fichas-sujas. Apesar de dificuldade que enfrentará na Câmara, a proposta, se aprovada, representará um grande avanço.
Também na CCJ, só que da Câmara, foi aprovado um projeto do pernambucano André de Paula que proíbe que governadores e prefeitos transfiram o título de eleitor durante o exercício do mandato para poder se candidatar em outro domicílio eleitoral.

Fim do itinerante

Sexta-feira, 05 de junho de 2009
Jornal da Manhã/ Opinião

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou ontem o projeto de lei do deputado André de Paula (DEM) que proíbe prefeitos, governadores e o presidente da República de transferirem seus títulos eleitorais durante o mandato. O parlamentar quer, com a proposta, combater a figura do “prefeito itinerante”, que modifica o domicílio no segundo mandato para disputar as eleições em municípios próximos no pleito seguinte.

Num só lugar

Jornal do Commercio/Pinga Fogo
Recife, PE – quinta-feira, 04 de junho de 2009

O projeto de lei que acaba com o prefeito itinerante passou ontem na CCJ da Câmara e vai agora ao plenário. De André de Paula, o PL proíbe que prefeito, governador e presidente transferiam seus títulos no exercício do mandato.

Executivo não poderá trocar domicílio

Diário Catarinense/ Política
Florianópolis, quinta-feira, 04 de junho de 2009

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou ontem o projeto de lei do deputado André de Paula (DEM-PE) que proíbe prefeitos, governadores e o presidente da República de transferirem seus títulos eleitorais durante o mandato.

O parlamentar quer, com a proposta, combater a figura do prefeito itinerante, que modifica o domicílio no segundo mandato para disputar as eleições em municípios próximos no pleito seguinte.

O relator do caso, Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB), recomendou a aprovação da proposta, que ainda será votada pelo plenário da Câmara.

CCJ aprova limitação para político mudar título de eleitor

Diário de Noticias/Política
Quinta-feira, 04 de junho de 2009

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou ontem o Projeto de Lei 1594/07, do deputado André de Paula (DEM-PE), que proíbe prefeitos, governadores e o presidente da República de transferir seus títulos de eleitor durante o mandato. Com a proposta, André de Paula pretende combater a figura do prefeito itinerante, que modifica o domicílio no segundo mandato para disputar as eleições em municípios próximos no pleito seguinte.

O relator, deputado Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB), afirmou que a iniciativa é moralizante e recomendou a aprovação da proposta.O projeto ainda será votado pelo Plenário.

Fogo Cruzado
Projeto de André de Paula começa a caminhar

Blog de Inaldo Sampaio
Quinta, 04 de junho de 2009

Foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal o projeto de autoria do deputado André de Paula (DEM-PE) proibindo o presidente da República, os governadores e os prefeitos de fazerem a transferência dos seus títulos de eleitor para outro domicílio eleitoral durante o exercício do mandato.

Ele agora vai a plenário precisando de maioria simples para ser aprovado, de onde seguiria para o Senado para enfrentar a segunda votação.

O que inspirou André de Paula a apresentar este projeto foi o prefeito Yves Ribeiro (PSB), que antes de reeleger-se para a prefeitura de Paulista teve dois mandatos em Itapissuma e outros dois em Igarassu.

Todos foram conquistados democraticamente, pelo voto do eleitorado dessas três cidades. Mas André não considera uma boa coisa para a democracia a figura do “prefeito itinerante” e seu ponto de vista foi acolhido na Comissão pelo relator do projeto Vital do Rego Neto (PMDB-PB).

Além de Yves, há apenas um prefeito em Pernambuco que já havia administrado outra cidade: Elias Gomes (PSDB), de Jaboatão dos Guararapes, que teve três passagens pela prefeitura do Cabo.

Cinco cidades da Mata Norte receberão caravana de democratas

Diário de Pernambuco/Política
Terça-feira, 02 de junho de 2009

Cinco municípios da Zona da Mata Norte farão parte da terceira investida do Democratas nas Ruas, iniciativa capitaneada pelo DEM com o intuito de ouvir a população, apresentar o pensamento do partido e fiscalizar o trabalho do governo do estado. Na quinta-feira, os ex-pefelistas irão a Timbaúba, São Vicente Férrer e Aliança. No dia seguinte, visitarão Goiana e Condado.

O presidente estadual da legenda, ex-governador Mendonça Filho, revelou que a meta é percorrer todo o estado,conforme informações divulgadas hoje à tarde pelo partido. O projeto já marcou espaço no Sertão do São Francisco e nos agrestes Central e Setentrional.

Mais uma vez os principais parlamentares e líderes do Democratas no estado, a exemplo dos deputados estaduais Miriam Lacerda e Augusto Coutinho e do deputado federal André de Paula, estarão presentes. Juntos com Mendonça, comandarão reuniões com lideranças locais e com a sociedade.

Os encontros servirão para que se conheça as demandas mais urgentes das localidades. “A idéia é transformar esses pleitos em compromissos partidários para 2010, mas também vamos expor nossas bandeiras e tentar identificar novas lideranças em cada cidade”, afirmou Mendonça no material de divulgação da assessoria do DEM.

Pinga Fogo/ Feedback

Jornal do Commercio
Terça, 02 de junho de 2009

O líder da minoria na Câmara, André de Paula, começou ontem a primeira de uma série de reuniões que fará com segmentos sociais para prestar contas do mandato. Hoje o democrata põe no ar seu blog http://www.andredepaula.com.br

Fogo Cruzado
Lula e os cordelistas nordestinos

Blog de Inaldo Sampaio
Terça-feira, 02 de junho de 2009

Nenhum jornal do Sul publicou uma linha sobre a participação do presidente Lula e do governador Eduardo Campos, quinta-feira da semana passada, em Brasília, no 1º Encontro Nordestino de Cordel idealizado pela Acrespo (Associação de Cantadores, Repentistas, Escritores e Poetas).

Pelo menos dois episódios chamaram a atenção da numerosa platéia, da qual também faziam parte o governador da Paraíba José Maranhão (PMDB) e a presidente da Caixa Econômica, Maria Fernanda Ramos Coelho, que é pernambucana de Olinda e filiada ao PT: a chegada do presidente Lula com duas horas de atraso e um folheto de cordel sobre a vida dele escrito por Crispiniano Neto, secretário de cultura do governo do Rio Grande do Norte.

Quando Lula chegou ao recinto – o Espaço Cultural da Caixa Econômica – a platéia, de pé, o aplaudiu, ao que o presidente comentou: “Eu merecia era uma vaia por ter deixado vocês esperando durante tanto tempo”. Todavia, em vez das vaias solicitadas, os aplausos dobraram.

O outro episódio diz respeito ao secretário de cultura do Rio Grande do Norte. Segundo ele, “há muito tempo que os cordelistas vêm dizendo que ‘Lula é o cara’ mas essa observação só ganhou força depois que o presidente Obama disse a mesma coisa”.

Ele próprio escreveu um folheto de cordel sobre a vida do presidente em que todas as estrofes terminam com o verso “Porque Lula é o cara”.

Os cordelistas queriam o apoio do presidente à aprovação pelo Congresso de um projeto de lei que tramita por lá há muitos anos instituindo uma espécie de previdência especial para os membros da classe. O deputado pernambucano André de Paula (DEM) abraçou essa causa.

Prestando contas
Escrito por Inaldo sampaio

Blog de Inaldo Sampaio
01 de Junho de 2009

O deputado André de Paula (DEM) iniciou por Vitória de Santo Antão, sábado passado, uma série de visitas ao interior para prestar contas do seu mandato. O prefeito do município, Elias Lira (DEM), é seu aliado de longa data. Depois ele foi a Bom Jardim com o deputado estadual Sebastião Rufino (DEM) que também é seu eleitor desde 1998.

André disse em entrevista, no Recife, não acreditar que o presidente Lula tenha interesse no terceiro mandato porque isso significaria “apequenar sua biografia”. Ademais, acrescentou, o Brasil não é a Venezuela, muito menos Colômbia ou Bolívia.

Perguntado em seguida sobre como se posicionou politicamente à época em que o Congresso Nacional aprovou uma PEC de Mendonça Filho (DEM-PE), então deputado federal, permitindo que os ocupantes de cargos executivos (presidente da República, governador e prefeito) pudessem concorrer à reeleição, respondeu:

– Naquela época eu era deputado estadual. Mas, se fosse federal, poderia até ter votado a favor desta emenda desde que fosse para introduzir, por etapas, a reeleição em nosso país. Primeiro para presidente da República, governador e prefeitos de capitais. E, numa etapa posterior, para os demais municípios brasileiros.

Para André de Paula, os municípios pequenos não são piores que os grandes, mas a vigilância da imprensa sobre eles, quanto ao abuso do poder político e econômico em época de eleição, é bem menor.

André e Silvio rejeitam proposta

Domingo, 31 de maio de 2009
Folha de Pernambuco/Política

Beatriz Gálvez

Depois de ver as assinaturas de deputados do PSDB e DEM retiradas do seu requerimento propondo o direito de disputar de terceiro mandato ao presidente Lula (PT), agora o deputado federal Jackson Barreto (PMDB-SE) se vê obrigado a coletar novos apoios para reapresentar a proposta. Mas muitos não estão levando a sério a ideia. O deputado federal André de Paula (DEM) é um dos que faz coro à rejeição da PEC. Essa brincadeira de Jackson Barreto assegurou a ele os 15 minutos de fama nacional que queria, disparou.

O também deputado federal Silvio Costa (PMN), conhecido por seus discursos de efeito, não pareceu achar graça na proposta de Barreto. Não pode ser levado a sério: é uma piada de mau gosto, não tem nem possibilidade de ser discutido, criticou. Segundo Costa, a ideia é atingir diretamente a pré-candidata do Governo à Presidência, Dilma Rousseff. É uma brincadeira de mau gosto de alguns setores do PMDB para atingir Dilma, declarou.

André de Paula lembrou que um dos argumentos do idealizador da PEC seria homenagear o presidente Lula, e renegou a iniciatava. Não quero entrar no mérito de quem merece ou não homenagem, mas não somos um país que muda a legislação para fazer homenagem a ninguém. As leis devem ser feitas sem que se leve em conta as pessoas. Elas têm que ter perenidade. É preciso pensar neste País, não para as próximas eleições, mas para as próximas gerações, afirmou.

Segundo o parlamentar democrata, o Brasil tem uma democracia soberana, que não admite tal tipo de movimentação. Sem nenhum demérito, mas o Brasil não é Colômbia, nem Venezuela, nem Bolívia, disse André de Paula. Segundo ele, muitos dos companheiros que haviam assinado o primeiro requerimento o teriam feito em um espírito de solidariedade a Jackson Barreto, mas acha que companheirismo tem limite.

Alternativa ou satisfação

Diário do Nordeste
Domingo, 31 de maio de 2009

Tarcísio Holanda

O líder da Minoria, deputado André de Paula (DEM-PE), declarou-se frustrado com o recuo, que liquidou a possibilidade de votação dos dois pontos fundamentais da reforma, ressaltando a necessidade de fortalecer os partidos e dar transparência ao processo eleitoral com um financiamento público exclusivo.

Eleições
Tramitação da PEC sobre terceiro mandato será rotineira, destaca Temer

Jornal da Câmara
Sexta-feira, 29 de maio de 2009

O presidente da Câmara, Michel Temer, afirmou ontem que dará encaminhamento rotineiro à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 367/09, do deputado Jackson Barreto (PMDB-SE), que permite até duas reeleições para o presidente da República, governadores e prefeitos. Atualmente, a Constituição prevê a possibilidade de apenas uma reeleição.

Eu estou com o presidente Lula, que não cogita o terceiro mandato, respondeu Temer, quando questionado se daria uma tramitação especial à proposta, caso o presidente pedisse. Evidentemente, acho que ele não me pediria isso. O rito legislativo será normal. Não haverá nenhuma modificação em relação ao procedimento dentro da Casa.

De acordo com Temer, não haverá nem preferência nem redução ou impedimento do curso da proposição. Ele acrescentou que o deputado Jackson manifestou a sua opinião por meio de uma emenda e terá a sua tramitação natural.

Clima político – Se não houver nenhuma outra na fila de espera, a PEC será encaminhada já na próxima semana para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), que examinará a sua admissibilidade. Se aprovada, será analisada por uma comissão especial e, em seguida, votada em dois turnos pelos Plenários da Câmara e do Senado.

Instado a fazer uma análise constitucional, comparando a PEC sobre o terceiro mandato com a que permitiu a reeleição no mandato do então presidente Fernando Henrique Cardoso, em 1997, Temer observou: São coisas diversas. E é preciso verificar sempre qual é o clima político existente no País.

Defesa – O deputado Jackson Barreto defendeu sua proposta. Considero [o terceiro mandato] importante até para a manutenção da estabilidade do País. É importante diante do momento que estamos vivenciando e é importante para o Nordeste: esse governo levantou a autoestima do povo nordestino, disse.

Segundo Barreto, a PEC é um sentimento de reconhecimento e de gratidão de um povo a um homem que governou com os olhos voltados para a questão social. Ele acredita que a população brasileira é bastante consciente do seu papel e sabe o que fazer. Quando um governante é bom, ela dá a ele um mandato, ou dá dois. Quando não é bom governante, a população não o reconduz. Acredito na consciência crítica do povo brasileiro, acrescentou.

Proposta prevê referendo em setembro

A proposta de emenda à Constituição que permite a segunda reeleição para o presidente da República, governadores e prefeitos (PEC 367/09) foi apresentada ontem pelo deputado Jackson Barreto (PMDB-SE) com 183 assinaturas – 12 a mais do que o necessário. Atualmente, a Constituição prevê a possibilidade de apenas uma reeleição.

Segundo a proposta, a promulgação da PEC dependerá de um referendo popular, a ser realizado no segundo domingo de setembro deste ano. Caberá ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) coordenar o referendo.

Para Jackson Barreto, a alteração proposta na PEC não significa uma sucessividade indeterminada de mandatos, mas apenas a possibilidade de um político ocupar por três vezes seguidas um cargo no Executivo. Ele disse ainda que não há razão lógica para proibir-se um terceiro mandato sucessivo, uma vez que a decisão deveria caber apenas ao eleitor.

Barreto destaca ainda que a data de realização do referendo tem como objetivo cumprir o princípio da anterioridade eleitoral, que determina que as regras eleitorais não podem ser mudadas nos últimos doze meses anteriores ao pleito. A exigência consta da Constituição.

Assim, se a PEC for aprovada na Cãmara e no Senado e passar pelo referendo em setembro, o presidente da República, os governadores e os prefeitos poderão se candidatar para o terceiro mandato nas eleições de outubro de 2010.

PT diz ser contrário e líder da Minoria considera matéria absurdo inaceitável

O líder do PT, deputado Cândido Vacarezza (SP), afirmou que recomendará voto contrário à Proposta de Emenda à Constituição 367/09, a chamada PEC do Terceiro Mandato. Ele disse que não pedirá aos deputados de seu partido, no entanto, que retirem a assinatura de apoio à proposta.

Já o líder do Governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS), reafirmou que o presidente Lula tem posição contrária à PEC. Fontana disse que o governo quer dar continuidade ao atual projeto com a eleição da ministra Dilma Rousseff em 2010.

Ele considera a proposta equivocada do ponto de vista constitucional e institucional. Apesar disso, Fontana acha normal a apresentação da PEC, já que tramitam no Congresso propostas sobre os mais variados assuntos.

Absurdo – O líder da Minoria, deputado André de Paula (DEM-PE), disse que toda a oposição é contra a tese do terceiro mandato. Isso é um absurdo inconveniente e inaceitável. Além de ser um desserviço à democracia, na medida que impede a renovação dos quadros políticos, há uma questão de fadiga de material, avaliou.

De acordo com o parlamentar, está comprovado que dois mandatos seguidos são mais do que suficientes para se colocar, na prática, as propostas que um candidato tem. André de Paula lembrou que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, e entidades da sociedade civil, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), já se manifestaram contra a tese do terceiro mandato.

Reforma Política
Base do governo defende Congresso revisor em 2011

Jornal da Câmara
Quinta-feira, 28 de maio de 2009

Os debates em torno da reforma política voltaram a mobilizar o Plenário. O líder do PT, Cândido Vaccarezza (SP), anunciou que os deputados serão chamados a votar a convocação de um Congresso revisor destinado a reformar, em 2011, a parte da Constituição que trata da organização política e eleitoral. O líder destacou proposta nesse sentido, de autoria do deputado José Genoíno (PT-SP). A oposição faz um debate carregado de desinformação; a reforma política não está enterrada, mas não é possível votá-la agora, porque seria derrotada, explicou.

Ao confirmar ao Plenário que, de fato, os líderes da maioria dos partidos não vão assinar a urgência para as propostas relativas ao tema, o presidente Michel Temer garantiu que a discussão da reforma não terminou. Não entrego os pontos. Vamos continuar a discussão: o que acontecerá depois vai depender, disse. Temer reafirmou sua disposição de aprovar uma lei para regular o processo eleitoral, para evitar uma regulação por resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), encarregado por cinco partidos – PMDB, PT, DEM, PCdoB e PPS – de redigir a proposta de reforma com o voto em lista fechada e o financiamento público, disse ter cumprido sua missão. Já perdi batalhas mais amargas, não tenho ressentimento, garantiu. Ele lamentou, no entanto, a quebra de compromisso e advertiu que a Câmara perdeu uma oportunidade de atualizar a lei eleitoral.

Líder da Minoria, André de Paula (DEM-PE) fez uma ampla defesa da reforma política, destacando a necessidade de fortalecer os partidos e de democratizar e dar transparência aos mecanismos de financiamento das campanhas eleitorais. Não ficaríamos mais expostos a escândalo sobre escândalo, assinalou, registrando sua frustração com a decisão dos partidos da base.

Fidelidade – O líder do DEM, Ronaldo Caiado (GO), voltou a acusar os líderes do PT e do PMDB pelo acordo não cumprido, e alertou que seu partido não aceita votar o que chamou de projeto da burla: a proposta de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), apoiada pelo conjunto da base do governo, que suspende a fidelidade partidária por seis meses. Não podemos trocar um projeto correto e transparente de reforma política por outro que vai burlar a fidelidade, afirmou Caiado.

O líder do PSDB, José Aníbal (SP), contestou a afirmação de Vaccarezza de que a reforma seria derrotada. Essa é uma redundância que não consigo captar inteiramente, disse Aníbal, reafirmando que a reforma foi enterrada pelo PT e pelo governo, por pressão dos outros partidos da base. Para o líder do PPS, Fernando Coruja (SC), o PT mudou de posição porque alguns partidos colocaram uma faca no pescoço das lideranças do governo.

Ricardo Barros (PP-PR) disse que a falta de assinatura de líderes para a proposta foi um reflexo da posição da maioria da Casa, e demonstrou a inviabilidade da aprovação. Mas vamos seguir discutindo o financiamento público, anunciou. Silvio Costa (PMN-PE) disse que o PT defende a lista fechada, mas desistiu de votá-la em atenção aos partidos aliados.

Acesse o arquivo em PDF desta matéria no Jornal da Câmara e acompanhe as últimas matérias da Agência Câmara sobre com a atuação do líder da Minoria:

27/05/2009 Agência Cãmara 22h33 – Base aliada quer Congresso Revisor para mudar sistema político

14/05/2009 – Agência Câmara 20h18 – Minas e Energia vai ouvir Petrobras sobre pagamento de impostos/recolhimento da Cide


Governo federal autorizou formalmente ontem a entrada de TVs pernambucanas no sistema de transmissão digital. Até agora, TV Jornal já investiu R$ 6 milhões

Jornal do Commercio/Economia
Quinta-feira, 28 de maio de 2009

BRASÍLIA A qualidade excepcional de som e imagem que o pernambucano já podia desfrutar através do canal 35 UHF, da TV Jornal, agora ficou oficializada para a praça do Recife. Ontem, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, assinou documentos marcando a entrada de cinco televisões pernambucanas no Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD).

Desde o dia 16 de abril que a TV Jornal transmite a sua programação em sinal digital, de forma experimental. Com a assinatura oficializando a transmissão, o Recife se torna a 19ª cidade do País a contar com a transmissão de TV digital aberta. A TV Jornal, nos seus quase 50 anos, sempre demonstrou pioneirismo, tendo atingido um momento de glória com F. Pessoa de Queiroz. E, nos últimos 20 anos, ela vem crescendo bastante e o retorno do público mostra isso, destacou o presidente do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (SJCC), João Carlos Paes Mendonça, o primeiro representante das TVs pernambucanas a assinar o documento do Ministério das Comunicações e a discursar.

Logo após, foram assinadas as autorizações da TV Globo, TV Tribuna, Rede TV e TV Clube, pelos seus respectivos diretores. Para entrar na era digital, a TV Jornal já investiu R$ 6 milhões em equipamentos de transmissão e inicia agora outro investimento de mais R$ 6 milhões na adaptação de estúdios e compra de novos equipamentos. O ministro Hélio Costa lembrou que, pelo cronograma original, o sinal digital no Recife só teria início em fevereiro de 2010, com um prazo de um ano e meio para as redes se adaptarem. O desejo dos radiodifusores de entrarem no sistema permitiu essa antecipação. As empresas investiram para isso, afirmou.

Para Costa, a TV digital está avançando em todo o País mais rápido do que o previsto. Conseguimos ficar dois anos à frente do cronograma original. E, até dezembro, vamos cobrir 70% da população brasileira com sinal digital, adiantou o ministro. Segundo ele, tal mudança implica em grandes investimentos para as empresas, mas absolutamente necessários em um momento de convergência tecnológica. A TV digital é uma ferramenta moderna de comunicação. Ela abre possibilidades que serão utilizadas por nós para fazermos educação à distância, termos um processo de atendimento público para marcação de audiências, consultas. São inúmeras as ferramentas, além do comércio eletrônico, vislumbrou.

A solenidade contou com a presença de grandes executivos de TV, como João Roberto Marinho (TV Globo), e parlamentares da bancada pernambucana, como o senador Jarbas Vasconcelos e os deputados André de Paula e Inocêncio Oliveira. As empresas que não assinaram o acordo ontem poderão seguir o cronograma original. Mas, até 2016, o Ministério das Comunicações prevê que o sinal analógico de televisão seja desligado.

Pernambuco sofre cortes no OGU

Folha de Pernambuco/ Política
Quinta-feira, 21 de maio de 2009
Por: Renata Bezerra de Melo

O corte de R$ 72 milhões nos recursos do Orçamento Geral da União reservados para Pernambuco levou, ontem, o líder da minoria na Câmara, deputado federal André de Paula (DEM), a disparar duras críticas contra o Governo Lula, atingindo indiretamente a administração do governador Eduardo Campos (PSB). “Apesar do alinhamento político-partidário entre os governos Federal, Estadual e da Capital, (Pernambuco) foi o Estado mais sacrificado pelo malsinado Decreto Presidencial de rearranjo do Orçamento Geral da União de 2009”, disparou.

Lembrando que o presidente baixou a medida no último dia 11, André disse restar frustação nos pernambucanos. Para ele, foram quebradas as expectativas alimentadas pelo próprio Lula, que não economizou visitas ao Estado e assinaturas de ordens de serviços.

Além da subtração dos R$ 72 milhões, indignou André ainda a supressão de dotações orçamentárias para dez ações e obras no Recife, orçadas em mais de R$ 231,6 milhões. O remanejamento orçamentário trará prejuízos para a Capital (R$ 42 milhões), Jaboatão (R$ 25 milhões), Olinda (R$ 50 milhões), Abreu e Lima (R$ 24 milhões), Gravatá (R$ 24 milhões), Sirigi (R$ 18 milhões) e Petrolina (R$ 24 milhões).

A maioria dos investimentos descartados eram da área de infraestrutura. Mais agravante, aparece o caso da Via Mangue (R$ 24 milhões). O corredor viário está incluído no PAC, cujo limite de entrega das obras é no ano que vem.

Líder da minoria defende Petrobras

Jornal do Commercio/Pernambuco
Segunda-feira, 18 de maio de 2009

O deputado André de Paula (deM-PE) endureceu o discurso contra o governo Lula. depois de cobrar ações reais do PAC nas Caravanas da Transparência organizadas pelo deM, agora centra fogo na Petrobras. Para ele, o Planalto está acabando com a maior empresa do País, que está nos noticiários como sonegadora de impostos e contratante de obras superfaturadas.

Diário Econômico

Diário de Pernambuco
Sexta-feira, 15 de maio de 2009

Oposição – Líder da minoria na Câmara, o deputado André de Paula (DEM) protocolou representação junto ao TCU contra a Petrobras. Exige que a estatal pague corretamente os tributos que deve à União. E que o valor seja transferido para estados e municípios. A empresa se valeu de manobra contábil para deixar de pagar impostos.

Fazenda refuta ressarcir estados por perdas

O GLOBO
Quinta-feira, 14 de maio de 2009
Regina Alvarez

Com os R$980 milhões em impostos pagos a menos pela Petrobras de janeiro a março, repasse da Cide caiu 90%

BRASÍLIA.
O Ministério da Fazenda disse não, ontem, ao pleito dos secretários estaduais de Fazenda, que reivindicam o ressarcimento das perdas dos estados e municípios decorrentes de compensações feitas pela Petrobras no recolhimento da Cide (imposto sobre combustíveis). No primeiro trimestre, a Petrobras deixou de recolher R$980 milhões desse imposto, compensando créditos de Imposto de Renda e CSLL, o que resultou na queda de 90% dos repasses da Cide aos entes da federação.

Isso foi consequencia de um artifício contábil usado em 2008 pela Petrobras, que mudou de regime de cálculo de imposto e abateu R$4,3 bilhões do pagamento de Cide e PIS/Cofins.

Os secretários se reuniram ontem em Brasília, no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), e apresentaram ao secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado, uma proposta de ressarcimento das perdas com a Cide. Pelo relato dos secretários, Machado foi categórico ao afirmar que, enquanto não terminar a discussão da legalidade dessas compensações, travada entre Receita Federal e Petrobras, o governo não repassará a parcela da Cide reivindicada pelos estados.

– Em nível técnico, não acredito que ainda possa haver um desfecho favorável. O assunto agora passa para a esfera política – disse o secretário de Fazenda de Minas Gerais, Simão Cirineu.

No dia anterior, o governador de Minas, Aécio Neves, afirmara que, se não fosse encontrada uma solução técnica, os governadores poderiam recorrer à Justiça para recuperar as perdas com a Cide, estimadas em R$241 milhões entre janeiro e março.

Secretários criticam regras de rolagem de dívida

Os secretários lembraram que o próprio presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, dissera que os estados e municípios não seriam afetados pelas compensações feitas pela estatal. Mas, pelo entendimento do Ministério da Fazenda, o rateio da Cide deve ser feito com base no valor arrecadado. Gabrielli disse que seria com base no imposto devido e foi desmentido por técnicos da Fazenda.

Os secretários também apresentaram a Machado proposta discutida na reunião do Confaz de alteração nas regras de rolagem das dívidas dos estados. Eles reclamam dos juros fixados nos contratos de rolagem e do indexador das dívidas, que é o IGP-DI. A Fazenda ficou de avaliar a viabilidade jurídica das mudanças, sem dar grande esperança aos secretários.

O líder da minoria na Câmara, André de Paula (DEM-PE), protocola hoje representação no Tribunal de Contas da União pedindo que o órgão mande a Petrobras pagar corretamente os tributos à Receita e que a União faça os repasses devidos a estados e municípios.

DEM cobra fidelidade dos filiados

Diário de Pernambuco
Quinta-feira, 07 de maio de 2009

Diferentemente do PSDB, que não se mostra incomodado com as declarações de apoio de prefeitos seus à reeleição de Eduardo Campos, o DEM é enfático no que diz respeito à cobrança de fidelidade dos filiados. Ontem, o vice-presidente nacional da legenda, deputado André de Paula, afirmou que é inadmissível qualquer expressão de apoio a candidatos de campo político oposto ao do partido, sempre ressaltando que a medida vale para qualquer filiado. Prefeito ou não.

Cauteloso ao falar sobre o caso do prefeito de Frei Miguelinho, Lula da Capivara, André destacou que o DEM ainda não definiu quem apoiará na disputa do Executivo estadual e que, portanto, quem se antecipar estará em desacordo com o partido. Ele voltou a afirmar, porém, que considera natural qualquer atitude de reconhecimento e agradecimento dos prefeitos ao governador, desde que isso não evolua para apoio eleitoral.

O deputado lembrou, ainda, que o partido é cuidadoso ao analisar casos do gênero, principalmente depois do episódio envolvendo o prefeito deSão José da Coroa Grande, no Litoral Sul, José Barbosa (DEM). “Numa visita de Eduardo à cidade, o prefeito teria declarado apoio ao governador. Então, um dos nossos filiados no Recife entrou com uma representação, pedindo a desfiliação e a devolução do mandato à legenda. Mas, antes de levar o processo adiante, o presidente estadual do partido, Mendonça Filho, decidiu ouvir o prefeito, que acabou garantindo publicamente que a parceria era apenas administrativa”, disse. Com a retratação, o processo foi arquivado. (Josué Nogueira)

André de Paula pode ser opção para o Governo

Folha de Pernambuco/Política
Sábado, 25 de abril de 2009

TAQUARITINGA DO NORTE – Em entrevista a Rádio Vale de Santa Cruz do Capibaribe, ontem, o ex-governador Mendonça Filho, citou o deputado federal André de Paula entre os credenciados para enfrentar o governador Eduardo Campos (PSB), no ano que vem. Questionado sobre a sugestão, o parlamentar classificou o gesto do correligionário como generosidade, não confirmou qualquer inclinação nesse sentido, mas também não descartou.”Minha pretensão é ser candidato à reeleição, apenas eu me senti lisonjeado com a lembrança de Mendonça. E não considero que seja nada de absurdo porque me sinto preparado para servir a qualquer desafio da vida pública, na medida em que já tenho 22 anos de mandato servindo a Pernambuco no Executivo e no Legislativo”, declarou André.
Em 1992, o então deputado estadual foi lançado na disputa para prefeito do Recife, pelo PFL, quando Jarbas Vasconcelos (PMDB) era favorito. Abertas as urnas, o peemedebista venceu no primeiro turno e André de Paula foi o terceiro colocado. Por enquanto, seu o nome continua sendo uma hipótese dentre várias outras, sendo a mais forte, como ele mesmo colocou, a do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB).
A falta de definição da candidatura, na visão de Mendonça Filho, não atrapalha a corrida. “Pelo contrário, a ação política tem que ser fundada em princípios, compromissos e uma plataforma oposicionista comum, que é o que estamos buscando a partir dessa interação com o povo. Oportunamente, vamos ter o momento da junção dos quatro grandes partidos (PMDB, PPS, PSDB e DEM) com relação ao horizonte de 2010”, assinalou.
Batido o martelo, apenas, só sobre a reeleição do senador Marco Maciel, descrita por André de Paula como uma questão de honra para o DEM, “porque num governo em que não será um democrata que presidirá, ter Marco Maciel no Senado, a respeitabilidade, o trânsito, a envergadura que ele tem… “, enfatizou.

Melhor para os Municípios

Diário de Pernambuco/Diário Econômico
Recife/PE, Terça-feira, 14 de abril de 2009

O deputado André de Paula está defendendo a troca da Selic pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) no cálculo para o parcelamento de dívidas municipais junto ao INSS. “A Selic é leonina e dificulta ainda mais a situação dos municípios”, diz o deputado que é líder da minoria na Câmara Federal

André não acredita em candidatura de Marcos Magalhães

Terça, 14 de abril de 2009
BLOG DA FOLHA/ELEIÇÃO 2010

Para o líder da minoria na Câmara Federal, deputado André de Paula (DEM-PE), o nome do presidente do Conselho de Co-Responsabilidade pela Educação e do Conselho Consultivo da Philips da América Latina, Marcos Magalhães, foi colocado como opção para disputar o Governo de Pernambuco em 2010 apenas por uma questão de reverência. “Marcos Magalhães é inatacável, vitorioso, tem um grande espírito público e uma vinculação estreita com o Estado. Mas encaro esse lançamento muito mais como uma homenagem e reconhecimento muito justo a tudo o que ele representa”, afirmou.

André de Paula faz parte da direção estadual do partido e evita tomar um posicionamento que possa destoar do seu grupo, mesmo que quem tenha defendido o nome de Magalhães tenha sido o também deputado federal, José Mendonça (DEM). “Quero trabalhar isso de forma mais partidária”, justifica André.

Por outro lado, o ex-governador Joaquim Francisco mostrou-se empolgado com a hipótese de lançar Marcos Magalhães ao Governo. “Ele não tem penetração eleitoral. Só que é um nome extraordinário pelo trabalho feito principalmente na área da educação. Fui contemporâneo dele no Ginásio Pernambucano e acho que Marcos tem condição de disputar qualquer cargo”, enalteceu.

Alertas Consequentes

Sábado, 11 de abril de 2009
Jornal do Commercio/ Pinga Fogo

Dois fatos desta semana sinalizaram fortemente para uma atitude responsável da oposição no país. Para uma postura de não se perder em palavras vãs, que vacilam ao sabor da retórica eleitoral. Uma foi o discurso aberto do governador Eduardo Campos, sem prurido, contra as soluções encontradas pela política econômica do governo para conter o avanço da marolinha que batizou a crise. A fidelidade jurada e devida a Lula não calou o governador, quando o caixa dos estados e municípios estão, segundo ele, sendo os mais penalizados com as soluções do Planalto. O outro fato, bem mais simbólico, veio do presidente Lula. Ele próprio identificou problemas graves na execução das obras do PAC, principalmente os de celeridade, e deixou claro aos ministros da área de infra-estrutura que se envolverá pessoalmente na fiscalização delas.

Anunciou um périplo pelas obras emPACadas país afora, a exemplo do que já vem fazendo o Democratas, para impedir que uma burocracia danosa ou simplesmente a venda de “obras de fantasia”, como denuncia a oposição, destruam a imagem de um tocador de feitos. E, por tabela, impeça a consolidação da imagem da ministra Dilma como a transformadora de pedra e cal em realidade.

“Foi uma semana elucidativa. A oposição já se sente vitoriosa por ver o presidente da República e o governador do Estado se apropriarem, de forma competente, do nosso discurso. A presença do presidente nas obras do PAC será mais eficiente, vai fazer as coisas andarem. A oposição só chamou à luz o problema. É ele quem pode resolvê-lo”, comemora o líder da minoria na Câmara, André de Paula.

Clima

Quarta-feira, 18 de março de 2009
Correio Braziliense/Visto, Lido e Ouvido
Ari Cunha  

Há tempos, o deputado André de Paula fala no Plano Nacional sobre Mudanças do Clima. Até agora, nada de discussão com objetividade sobre o assunto. Quando alguém se habilitar a conduzir o plano, já terá chegado o mês de janeiro novamente.

Oposição afina discursos

Recife, PE – sábado, 14 de março de 2009
Diário de Pernambuco/Diário Político

O presidente Lula (PT) e o governador Eduardo Campos (PSB) asseguram que suas viagens para inaugurar obras e assinar ordens de serviço são apenas administrativas, apesar do discurso político em cima dos palanques, mas a oposição assume que está cumprindo,sim, uma agenda política e não vai dar descanso. A nível nacional, o DEM partiu na frente até mesmo do PSDB e, nesta segunda-feira, integrantes da executiva nacional do partido estarão em Florianópolis (SC), denunciando atraso nas obras do PAC carro chefe da campanha da ministra Dilma Roussseff (PT) a presidente da República. O DEM fará isso em praticamente todos os estados, mas está iniciando por Santa Catarina, porque lá os democratas já definiram o governador o senador Raimundo Colombo. Depois, na sexta-feira, a pequena caravana do DEM estará em Teresina (PI), chegando a Recife no próximo dia 23.

Integrante da executiva nacional do partido, o deputado André de Paula explica que o DEM tem um bom levantamento sobre as obras do PAC que estão atrasadas e sobre a lentidão na liberação de recursos, considerados irrisórios diante da propaganda que o governo faz do programa. Em Pernambuco, sob o comando do ex-governador Mendonça Filho, o DEM se movimenta também com o Democratas nas Ruas, ao mesmo tempo em que deputados de oposição (tucanos e democratas), viajam pelo interior fiscalizando o que foi anunciado e não cumprido, tanto pelo lado do governo federal como pelo governo estadual. Toda essa movimentação, significa que a campanha eleitoral já tomou conta do país e do estado, embora a oposição ainda nem tenha definido seus candidato a presidente da República, e, no caso de Pernambuco, ao governo do estado. O grande problema da oposição, pelo menos em Pernambuco, é que há muitos democratas e tucanos viciados em ser governistas e não querem entrar em confronto, por enquanto, nem com Eduardo Campos nem com Lula.

André de Paula e Mendonça Filho definem estratégias contra o PAC

Jornal do Commercio/ Pinga Fogo
Quinta-feira, 12 de março de 2009

» Desconstruindo

A executiva nacional do DEM se reuniu ontem, em Brasília, e agendou uma cruzada contra o PAC pelo País. Mendonça Filho e André de Paula participaram e planejam o ato no Estado para o final do mês. Só falta definir o formato.

» Sem emoção

Segundo André de Paula, a ideia é fazer um evento “menos político e mais administrativo”. Traduzindo, nas palavras do próprio: centrado em números, sem emoção. Pode ser o caminho para evitar que Lula continue nadando às braçadas.

André explica proposta que impede ação de prefeitos itinerantes e fala sobre aliança DEM/PMDB

Em entrevista à Rádio Cultura de Caruaru (programa Nossa Manhã), o deputado André de Paula apresentou proposta que impede prática distorcida dos chamados “prefeitos itinerantes” (PL 1594/07). Ele conversou ao vivo com o radialista Denil Ramos e explicou que, enquanto a reforma política não é tratada como prioridade pelo governo, é preciso corrigir de forma pontual as distorções do sistema eleitoral. “É Preciso haver decisão política”, afirmou André de Paula ao explicar que o PL 1594/07, de sua autoria, impede que, depois de ser eleito e reeleito em um município, o prefeito comece a trabalhar para ser eleito nas cidades visinhas, muitas vezes utilizando infraestrutura e recursos de sua prefeitura. Para André de Paula, esta prática é um total desrespeito à confiança depositada ao político por meio dos votos. “ Eu não estou tirando o direito do político mudar de domicílio, eu só acho que não é correto que ele mude de domicílio eleitoral durante o mandato para o qual foi eleito, ainda com as responsabilidades com seu eleitorado”, afirma o deputado. O Projeto já foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados e representa um grande passo para a correção das falhas no sistema eleitoral brasileiro, enquanto se caminha para a reforma política.

O cenário político da aliança DEM/PMDB para as próximas eleições também entrou na pauta da entrevista, quando o deputado André de Paula defendeu o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB/PE), como um grande lider para conduzir os destinos de Pernambuco como reflexo natural da aliança nacional. “Se vamos estar unidos nacionalmente, a união em Pernambuco é muito natural”, afirmou André de Paula ao Considerar Jarbas Vasconcelos como um nome forte para enfrentar o governador Eduardo Campos nas próximas eleições”.

Sem verba, mas com aumento

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Segunda-feira, 09 de março de 2009
Folha de Peranmbuco/ Política
Repórter: Paulo Marinho/Agência Nordeste
Foto: Cristiana Dias

Ganha corpo proposta que incorpora benefício a salário de parlamentar: ANDRÉ de Paula considera ideia absurda e defende verba indenizatória.

Oficialmente, eles trabalham de segunda até sexta-feira. Recebem um valor mensal de R$ 16,5 mil para desenvolver suas atividades neste período. Mas, por conta de despesas pessoais, a exemplo dos gastos com combustível e manutenção de veículo, aluguel de escritório, serviço de divulgação, material de expediente e impressão de material gráfico, os parlamentares brasileiros têm direito a receber uma reposição financeira “extra” de R$ 15 mil, que é a verba indenizatória, ou simplesmente a chamada verba de gabinete. Só que esse dinheiro tem causado dores de cabeça astronômicas para vereadores, deputados e senadores graças às irregularidades que vêm ocorrendo em relação ao seu uso. Agora, ganha coro no Congresso Nacional a opinião de que esse benefício deve ser extinto. Uma proposta para dar fim a um ressarcimento “bem-vindo” como este encontraria resistências das mais diversas no Parlamento. Para tanto, haveria uma compensação: os legisladores teriam um acréscimo considerável de R$ 8 mil nos seus salários. No total, passariam a receber R$ 24,5 mil, equiparando a remuneração a dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Basta dizer que seriam necessários 52 salários mínimos (hoje, corresponde a R$ 465) para chegar nesse montante. Apesar de toda a repercussão negativa perante a sociedade civil organizada, parlamentares de “peso” no Congresso Nacional estão dispostos a encampar a luta pela incorporação das verbas de gabinete aos salários. No mês passado, o presidente do Senado Federal, José Sarney (PMDB-MA), defendeu exatamente essa ideia de agregar esses valores baseado num projeto do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR). Na Câmara Federal, o líder do PSDB, José Aníbal (SP), também se posicionou favorável nesse aspecto. Todos eles, no entanto, dizem que esse é um ponto que caberá a todos os deputados e senadores – principalmente, as mesas diretoras das duas casas – analisar e acatar. É justamente na Câmara dos Deputados – que é a maior casa legislativa, com 513 deputados – que a resistência à medida encontra sua maior força. O líder da minoria pelos oposicionistas, André de Paula (DEM), afirmou que a população deve prestar atenção naqueles que sugerem a proposta, porque essa seria uma forma de se aproveitar do dinheiro disponível para gastos com o mandato. “Não há o menor clima para isso. É uma tese absurda. Pode anotar: não há a menor possibilidade desse aumento passar”, disparou, incisivo. André de Paula argumentou que o auxílio é fundamental para que ele e outros colegas consigam tocar as atividades do exercício parlamentar fora do plenário. André de Paula considera ideia absurda e defende verba indenizatória.

Plenário – André de Paula lista temas prioritários da agenda legislativa na área ambiental

Jornal da Câmara
Sexta-feira, 06 de março de 2009

O deputado André de Paula (DEM-PE) alertou ontem que a crise econômica mundial impõe um olhar ainda mais atento à elaboração de uma pauta ecologicamente respeitável. Em seu entendimento, há itens que devem merecer prioridade na agenda legislativa, como mudanças climáticas, combate ao desmatamento amazônico, prevenção de incêndios e queimadas nos biomas nacionais, principalmente naqueles que ainda não estão protegidos pela Constituição.

“Quero fazer menção otimista ao compromisso assumido pelo presidente Michel Temer de que essas questões, que podem e devem ser incluídas de imediato na pauta, o serão ao longo deste ano. Estarei no plenário desta Casa cobrando para que isso ocorra”, avisou.

Balanço – Ao fazer um balanço da sua gestão na presidência da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, André de Paula disse que buscou priorizar questões contemporâneas, como desmatamento, preservação da Amazônia, alteração do Código Florestal, conservação dos recursos hídricos, saneamento básico e mudanças climáticas.

“Não nos descuidamos, no entanto, de outras matérias igualmente importantes, que, embora de menor repercussão na mídia, exigiram igual ou maior dedicação do colegiado, que sempre atuou com olhar atento e reconhecida diligência técnica”, afirmou.

Segundo o parlamentar, a comissão apreciou mais de 60 proposições e realizou mais de 20 audiências públicas, no ano passado. “Também realizamos ou apoiamos seminários que contribuíram, decisivamente, para o aprofundamento de temas como a biodiversidade marinha, a revisão da legislação ambiental, o pagamento por serviços ambientais, a sustentabilidade em edificações públicas e a destinação de madeiras ilegais apreendidas”, ressaltou.

Discurso e ações – No entanto, o deputado lamentou que no Brasil ainda haja um “enorme fosso” entre o discurso dos agentes de governo e as ações efetivamente implementadas. “Há boas ideias e boas intenções, mas poucos recursos e quase nenhuma decisão política”, criticou.

Um exemplo disso, acrescentou, é o Plano Nacional sobre Mudanças do Clima, lançado pelo governo no final do ano passado. Apesar de ter levado longo período para ser concebido, observou o parlamentar, “em nenhum momento foi discutido com a sociedade civil e mostrou-se excessivamente tímido”. André de Paula defendeu mais discussão no sentido de aperfeiçoar o plano.

André e a missão de comandar a oposição

Jornal do Commercio / Política
01/03/2009
Repórter: Sérgio Montenegro Filho

REALISTA – Comandando deputados de três partidos, André não crê em grandes vitórias da oposição.

Novo líder da Minoria na Câmara, deputado do DEM terá de enfrentar o rolo compressor do Planalto com um batalhão de cerca de 120 parlamentares, contra quase 400 da base governista Unir os partidos de oposição na Câmara dos Deputados para enfrentar o rolo compressor da bancada do governo. Essa é a missão – considerada por muitos como “árdua” – que o deputado federal pernambucano André de Paula (DEM) terá pela frente. No início do mês, ele foi eleito para o cargo de líder da Minoria na Casa.

Passado o período de Carnaval, porém, o Legislativo retoma seu ritmo e o parlamentar pernambucano assume definitivamente o comando de um pelotão composto por aproximadamente 120 parlamentares, filiados ao DEM, PSDB e PPS. Um contingente bem inferior aos quase 400 adversários que integram a base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

André se diz consciente da dificuldade numérica, mas acredita ter a fórmula para garantir uma oposição consistente ao Planalto. “O primeiro passo é harmonizar os três partidos. Não se deve esperar da oposição grandes vitórias em votações no plenário. Isso tem sido praticamente impossível nos últimos 12 anos, desde o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB)”, afirma.

Cabe ao líder da Minoria representar, de forma conjunta, todas as bancadas adversárias do Planalto na Casa, conduzindo votações e discutindo questões diretas com a mesa diretora e com os líderes governistas. De acordo com as regras, o cargo é ocupado por um representante do maior partido de oposição no Legislativo, hoje o DEM. Defensor declarado do que passou-se a chamar de “judicialização das atividades parlamentares”, André de Paula aposta no trabalho de cobrança e nas ações junto ao Poder Judiciário e demais órgãos fiscalizadores como estratégia para enfrentar o rolo compressor governista.

“Somos minoria, mas podemos ser ativos não somente no plenário, mas sobretudo nas comissões técnicas e também fora da Casa. Recursos ao Supremo Tribunal Federal, ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas, por exemplo, contra ações do governo que considerarmos questionáveis, são armas lícitas”, revela, acrescentando: “Quem é minoria, para não ser esmagado precisa se valer de todos os instrumentos legais”.

Para democrata, eleição de 2010 ajudará unidade

O novo líder da Minoria na Câmara, André de Paula (DEM), afirma que a oposição na Câmara conta, a partir de agora, com uma vantagem a mais em busca da união: a perspectiva palpável de unidade para 2010, em torno de uma candidatura à sucessão do presidente Lula. “PSDB, DEM e PPS estiveram muito juntos nas eleições municipais do ano passado, e, em 2010, deveremos estar no mesmo palanque, em torno de José Serra (pré-candidato tucano à Presidência). Isso garante uma unidade maior entre os partidos no Congresso”, justifica.

Ao todo, o DEM conta, hoje, com 58 deputados na Câmara. O PSDB tem 56 integrantes e o PPS, 30. Mas nem sempre todos acompanham a orientação do líder nas votações. Pensando nisso, André pretende lançar mão de uma outra “arma”: a oposição sistemática feita pelo pequenino PSOL às propostas do governo do PT. “São mais cerca de dez votos contrários ao Planalto. A diferença é que o PSOL não segue a orientação do líder da Minoria, mas costuma se alinhar conosco nas votações”, diz.

André já esteve formalmente no mesmo cargo, no início do ano passado. Mas ficou apenas por dez dias. Desavenças sérias com o PSDB levaram o DEM a abrir mão em favor da indicação do deputado Zenaldo Coutinho (PSDB-PA), que estava até então na liderança. “No início de 2008, com o falecimento do então líder Júlio Redecker, do PSDB gaúcho (morto no acidente com o avião da TAM, em São Paulo), o DEM tinha a maior bancada e avocou o cargo para si. Mas isso nos criou conflitos com os tucanos e os líderes dos dois partidos ponderaram que era melhor para a unidade mantermos o PSDB no cargo por mais um ano, passando depois para nós”, explica André, assegurando que os atritos estão superados e que a palavra de ordem é a unidade. “Hoje, as condições em que chego na liderança são amplamente favoráveis. Tenho boa relação com todos os partidos de oposição e o clima é de união”, conclui.

Projeto de lei cria Fundo Nacional para reduzir impacto de mudanças climáticas

TV Câmara/Câmara Hoje
13/10/2008
Repórter: Aline Machado

A Câmara examina um projeto do governo que cria um fundo nacional para reduzir o impacto de mudanças climáticas. O dinheiro seria usado em pesquisas que resultem na diminuição do impacto do efeito estufa.

Câmara promove construção sustentável na administração pública

TV Câmara/Câmara Hoje
25/06/2008
Repórter: Fabiana Melo

As Comissões de Desenvolvimento Urbano e de Meio Ambiente promoveram nesta quarta-feira (25/06) o Fórum de Arquitetura e Construção Sustentável na Administração Pública.

Diário de Pernambuco/Diário Econômico
Recife/PE, Terça-feira, 14 de abril de 2009
O deputado André de Paula está defendendo a troca da Selic pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) no cálculo para o parcelamento de dívidas municipais junto ao INSS. “A Selic é leonina e dificulta ainda mais a situação dos municípios”, diz o deputado que é líder da minoria na Câmara Federal

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Tucanos e democratas tentam selar a paz

Recife, PE – segunda-feira, 26 de outubro de 2009

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// ]]>Sheila Borges

sborges@jc.com.br

Esta será uma semana bastante movimentada para a oposição ao governador Eduardo Campos (PSB) no Estado. Primeiro, o bloco formado por PMDB,PSDB, DEM e PPS terá que discutir seus problemas internos, externados a partir do desabafo feito pelo deputado federal José Mendonça (DEM), que acusou o senador Sérgio Guerra (PSDB) de desagregador . Segundo, porque os oposicionistas terão que analisar a repercussão do bate-boca dos últimos dias entre ex-auxiliares do governo de Jarbas Vasconcelos (PMDB), atual senador, e integrantes da atual administração, em torno das marcas administrativas que cada gestão tenta creditar aos seus grupos políticos.

Essa polêmica foi alimentada pelos jarbistas depois que o governador Eduardo Campos acusou os adversários de terem promovido duas gestões focadas em uma única obra: a duplicação da BR-232. Enquanto isso, ele estaria transformando o Estado em um canteiro de obras. Os dois assuntos devem entrar na pauta das conversas dos oposicionistas, que serão mantidas hoje, ao longo do dia, já que a agenda de trabalho em Brasília está mais leve em função do feriado antecipado do dia do servidor público.

Apesar da folga, todos os líderes da ex-União por Pernambuco devem embarcar para a capital federal. Jarbas, Sérgio Guerra – que voltou dos Estados Unidos – e o também senador Marco Maciel (DEM) seguem para lá com o objetivo de analisar os assuntos distante do Estado.

O deputado federal André de Paula (DEM) tentou, na semana passada, desempenhar o papel de bombeiro e aparar as arestas internas, mas a conversa ganhou um novo contorno a partir da troca de farpas entre governistas e oposicionistas em torno da herança deixada pelas gestões de Jarbas e Mendonça Filho (DEM) – primeiro na qualidade de vice-governador, depois na de governador.

A diferença fundamental entre os dois grupos é que os governistas têm um candidato ao Palácio em 2010, o próprio Eduardo Campos, que deve tentar renovar o mandato. Do lado da oposição, a situação é mais delicada, porque ainda não há um pré-candidato. Todos torcem, contudo, para que o senador Jarbas assuma esse desafio.

BLOG DO MAGNO – FOTO
No túnel do tempo

 

 

Em maio de 1993, o então deputado estadual Eduardo Campos(PSB) detalha para colegas e representantes do Governo do Estado como a Polícia reprimiu com violência uma visita de uma comissão parlamentar a uma área de invasão em Sítio Grande, no Recife. A colaboração é do acervo do jornalista Marcos Cirano. Se você tem uma foto histórica nos mande pelo email magnomartinsf@gmail.com








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